Levedura ou monensina na dieta de bovinos e bubalinos sobre a fermentação ruminal e eficiência microbiana - doi: 10.4025/actascianimsci.v33i4.11264

Lúcia Maria Zeoula, Juliano Ricardo Fontanini Beleze, Emilyn Midori Maeda, Fabiano Luís Simioni, Luiz Juliano Valério Geron, Luiz Paulo Rigolon

Resumo


Objetivou-se avaliar o uso da monensina sódica (Rumensin®) e da levedura viva (Saccharomyces cerevisiae - Beef - sacc®) sobre a concentração de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), amônia e pH ruminal, e eficiência microbiana em bubalinos e bovinos, alimentados com dietas com 50% de concentrado. Foram utilizados três búfalos e três bovinos portadores de cânulas no rúmen e no duodeno, distribuídos em dois quadrados Latinos, com arranjo fatorial 3 x 2. As concentrações de AGCC, amônia e o pH ruminal foram determinados a cada 2h. Os fluxos de digesta e proteína microbiana no duodeno foram determinados, respectivamente, por meio dos indicadores cinza insolúvel em ácido e as bases purinas. Não houve efeito dos aditivos e das espécies para a concentração total de AGCC e do ácido acético, propiônico e butírico. Porém, a adição da monensina e da levedura reduziram a razão acetato/propionato, sendo a monensina mais efetiva em ambas as espécies. Os valores de pH e amônia tiveram efeito somente para espécie e foram maiores nos bubalinos. A eficiência síntese microbiana foi maior nos bovinos, e reduzida pela adição de monensina à dieta. A levedura viva e a monensina modificaram a fermentação ruminal de forma positiva e as espécies apresentaram diferenças quanto aos parâmetros estudados.


Palavras-chave


Ácidos graxos voláteis; Amônia; Ionóforo; Saccharomyces cerevisiae

Texto completo:

PDF (baixado


DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascianimsci.v33i4.11264





ISSN 1806-2636 (impresso) e ISSN 1807-8672 (on-line) e-mail: actaanim@uem.br

 

Resultado de imagem para CC BY