Avaliação de diferentes modelos de colméias para abelhas jataí (Tetragonisca angustula Latreille, 1811)

Wainer Cesar Chiari, Valéria Maria Attencia, Adriano Ernesto de Toledo Fritzen, Vagner de Alencar Arnaut de Toledo, Yoko Terada (in memorian), Maria Claudia Colla Ruvolo-Takasusuki, Fábio Luiz Buranelo Toral, Guilherme José de Paiva

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de colônias de abelhas jataís, Tetragonisca angustula Latreille, 1811 (Hymenoptera, Meliponinae) na região de Maringá, Estado do Paraná, alojadas nos seguintes modelos de colméia: Fritzen, Guiliani, Nogueira-Neto e Antonio Carlos Farias (ACF). O experimento foi realizado no período de dezembro de 1999 a dezembro de 2000, com 20 colônias. Mensalmente, as colméias foram pesadas e obtendo-se o peso da colônia. Os dados foram analisados estatisticamente utilizando o mês como co-variável e o teste de Scheffe para comparação das médias. As colônias alojadas em colméias dos modelos Guiliani e Nogueira-Neto apresentaram um melhor desenvolvimento diferindo (p = 0,0004) das colônias alojadas nos modelos Fritzen e ACF. O peso médio das colônias foi de 387,3 ± 92,2g, 375,8 ± 72,6g, 241,2 ± 137,1g e 230,9 ± 55,3g, respectivamente, para as alojadas nos modelos Guiliani, Nogueira-Neto, ACF e Fritzen. Os meses críticos foram março e maio de 2000, nos quais ocorreram oito mortes e oito abandonos. Pode-se verificar que as colônias mantidas nas colméias Guiliani e Nogueira-Neto apresentaram uma maior uniformidade no peso. Portanto, pode-se concluir que os modelos de colméias Guiliani e Nogueira-Neto seriam os mais recomendados para a região de Maringá, Estado do Paraná.

Palavras-chave


abelhas sem ferrão; Tetragonisca angustula; colméias; ganho de peso

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascianimsci.v24i0.2337





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