Farelo de tomate (Lycopersicum esculentum Mill.) na alimentação de poedeiras comerciais - DOI: 10.4025/actascianimsci.v29i4.997

Riviana Roberta de Souza Loureiro, Carlos Boa-Viagem Rabello, Jorge Vítor Ludke, Wilson Moreira Dutra Júnior, Andrea Aparecida de Souza Guimarães, José Humberto Vilar da Silva

Resumo


Objetivou-se avaliar o efeito da inclusão de diferentes níveis do farelo de tomate (FT) sobre o desempenho zootécnico e características dos ovos de poedeiras comerciais. Foram alojadas em gaiolas 200 aves da linhagem Dekalb White, com 30 semanas de idade, durante três períodos de 21 dias cada um. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e cinco repetições de oito aves cada. Os tratamentos consistiram de uma dieta referência e inclusões de 5, 10, 15 e 20% do (FT). Para o consumo de ração, houve aumento à medida que se aumentou o nível de inclusão do farelo. Para a conversão alimentar por dúzia de ovos, conversão alimentar por massa de ovos, percentagem de postura e massa de ovos produzida, 5% foi o nível de inclusão que proporcionou os melhores resultados. O FT provocou diminuição linear no peso e percentagem de gema, no entanto, até 15% de inclusão, obtiveram-se gemas mais pesadas quando comparadas com as da ração-referência. O farelo de tomate pode ser utilizado como ingrediente alternativo nas rações para poedeiras comerciais. O nível recomendado seria de até 5% de inclusão, para melhores resultados de desempenho zootécnico. Utilizando-se até 15%, não houve interferência no rendimento das partes dos ovos.

Palavras-chave


alimento alternativo; desempenho zootécnico, poedeiras; produção de ovos; qualidade dos ovos

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascianimsci.v29i4.997





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