Glicosaminoglicanos isolados da pele de palombeta (Chloroscombrus chrysurus) e guaiúba (Ocyurus chrysurus): características e implicações biológicas - doi: 10.4025/actascibiolsci.v34i2.6056

José Ariévilo Gurgel Rodrigues, Edfranck de Sousa Oliveira Vanderlei, Ana Luíza Gomes Quinderé, Bruno Pedrosa Fontes, Ismael Nilo Lino de Queiroz, Norma Maria Barros Benevides

Resumo


O Brasil abriga uma das maiores biodiversidades marinhas do mundo, favorecendo a descoberta de fontes alternativas de compostos farmacológicos. Desta forma, objetivou-se avaliar o potencial anticoagulante de glicosaminoglicanos (GAGs) isolados das peles da palombeta (Chloroscombrus chrysurus) e guaiúba (Ocyurus chrysurus). Os GAGs foram extraídos com papaína bruta em tampão acetato de sódio 0,1 M (pH 5,0) contendo cisteína 5 mM e EDTA 5 mM, seguido por cromatografia de troca iônica do extrato total em coluna de DEAE-celulose. As frações obtidas foram analisadas quanto à composição química (proteínas contaminantes e carboidratos totais) e os GAGs identificados por eletroforese em gel de agarose a 0,5%. Os ensaios de atividade anticoagulante foram realizados por meio do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) usando plasma humano normal e heparina-padrão (193,00 UI mg-1). O procedimento de obtenção e fracionamento dos GAGs mostrou-se eficiente, indicando semelhantes perfis cromatográficos entre as espécies avaliadas e, revelando para C. chrysurus, bandas com mobilidades semelhantes ao dermatam sulfato e com atividade de apenas 3,30 UI mg-1.


Palavras-chave


teleósteos marinhos; glicosaminoglicanos sulfatados; coagulação sanguínea; teste do TTPA

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascibiolsci.v34i2.6056





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