Estudo retrospectivo de janeiro de 1998 a maio de 2005, no Hospital Universitário de Maringá, sobre ferimentos por arma branca e arma de fogo - doi: 10.4025/actascihealthsci.v29i2.1084

Marco Aurélio Valadão Fagundes, Amélia Cristina Seidel, Ana Carolina Schiavon, Fernanda dos Santos Barbosa, Fábio Kanamaru

Resumo


O objetivo deste trabalho é determinar as características dos pacientes atendidos no Hospital Universitário de Maringá (HUM), com ferimento por arma branca (FAB) e por arma de fogo (FAF), quanto ao sexo, idade, às regiões corporais, órgãos mais atingidos, tempo de internamento, complicações e mortalidade. Após análise de uma planilha elaborada para a pesquisa, observou-se que 68% dos atendimentos foram por FAB e 32%, por FAF, sendo a maioria homens (mais de 90%), adultos jovens (2ª e 3ª década, por FAF e FAB, respectivamente). As regiões mais acometidas foram abdome e tórax. e os órgãos mais atingidos foram intestino delgado e fígado, na lesão por arma branca, e fígado e intestino delgado, no FAF. A complicação mais comum foi o choque hipovolêmico. Concluiu-se que os FAB ocorreram em maior número no sexo masculino, na terceira década de vida

Palavras-chave


ferimentos penetrantes; ferimentos por arma de fogo; atendimento de emergência; violência

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v29i2.1084

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