Estabilidade operacional e cinética de hidrólise da lactose pela β-galactosidase de Kluyveromyces fragilis - DOI: 10.4025/actascihealthsci.v25i1.2244

Graciette Matioli, Flávio Faria de Moraes, Gisella Maria Zanin

Resumo


A modelagem cinética da hidrólise da lactose e a estabilidade operacional da enzima β-galactosidase de Kluyveromyces fragilis foi determinada utilizando como substrato leite em pó desengordurado e reconstituído de modo a fornecer duas concentrações de lactose: 5% e 10% (p/v). Para a estabilidade operacional, ambas concentrações de lactose foram estudadas na presença e na ausência de tampão pH 6,5. A cada 40 minutos, foi determinada a atividade residual pelo método das velocidades iniciais. Os resultados experimentais mostraram que o tampão provoca inativação da enzima. Para soluções de lactose em água, a atividade residual decaiu apenas 15% em 6 horas e depois decresceu bruscamente. Na modelagem cinética, a reação de hidrólise foi conduzida a 40ºC/7 h, empregando-se concentrações de enzima equivalentes a 1500 e 8100 LAU/L. O modelo ajustado permitiu concluir que é necessário utilizar a quantidade de 3450 LAU/L da enzima para se obter a hidrólise de 70% a 80% da lactose do leite em duas a três horas de reação.

Palavras-chave


β-galactosidase; lactase; lactose; Kluyveromyces fragilis; estabilidade operacional; cinética de hidrólise da lactose

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v25i1.2244

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