Influência de vasoconstritores associados a anestésicos locais sobre a pressão arterial de ratos hipertensos e normotensos

Carlos Luiz Fernandes de Salles, Adriane de Castro Martinez, Ângelo José Pavan, Apparecido Neri Daniel, Roberto Kenji Nakamura Cuman

Resumo


A utilização de anestésicos locais associados a vasoconstritores em pacientes hipertensos é controversa. Neste estudo, verificamos a influência desta associação sobre a pressão arterial caudal (PA) em ratos hipertensos DOCA-sal. Após ligeira anestesia com éter, os anestésicos GRUPO I - lidocaína 2% sem vasoconstritor, GRUPO II - lidocaína com fenilefrina, GRUPO III - lidocaína a 2% com noradrenalina, GRUPO IV - prilocaína 3% com felipressina, GRUPO V - mepivacaína 2% com adrenalina e GRUPO VI - mepivacaína com noradrenalina foram injetados na submucosa da boca (anestesia infiltrativa), em ratos DOCA-sal e controles. A PA foi determinada 5 e 15 minutos após a primeira dose do anestésico e também 5 e 15 minutos após a segunda dose. Os dados obtidos indicaram que: a) a PA dos ratos DOCA-sal (193,05 ± 4,25 mmHg; n = 43) foi significativamente superior àquela observada nos animais controles (115,64 ± 2,47 mmHg; n = 43) e, b) não houve variação significativa nas PA observadas em animais DOCA-sal e controles pela administração dos anestésicos locais testados. Assim, nossos dados experimentais sugerem que a presença de agentes vasoconstritores associados à lidocaína 2%, à prilocaína 3% e à mepivacaína 2% não interferem na PA desses animais, neste modelo experimental de hipertensão.

Palavras-chave


anestésicos locais; hipertensão; agente vasoconstritor

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v21i0.4453

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