Perda precoce de molares permanentes e fatores associados em escolares de 9, 12 e 15 anos da rede pública municipal de Campina Grande, Estado da Paraíba, Brasil - doi: 10.4025/actascihealthsci.v33i1.8373

Francineide Guimarães Carneiro de Melo, Alessandro Leite Cavalcanti, Luciana de Barros Correia Fontes, Ana Flávia Granville-Garcia, Sérgio D’Avila Lins Bezerra Cavalcanti

Resumo


Este estudo avaliou a perda precoce de molares permanentes em escolares da rede pública de Campina Grande, Estado da Paraíba, com idades de nove, 12 e 15 anos. A amostra compreendeu 873 escolares, aleatoriamente selecionados. O instrumento de coleta consistiu de um questionário e de uma ficha clínica. As variáveis do estudo compreenderam os aspectos relativos à perda dentária (tipo de elemento dental, localização na arcada dentária e a região do arco), à prevenção e à autopercepção em saúde bucal. A análise estatística compreendeu a distribuição de frequências e os testes do Qui-quadrado e Exato de Fisher. Os resultados revelaram a prevalência de 17,2% de perda dentária, sem diferenças entre os sexos, frequência de escovação e palestra educativa (p > 0,05). Os elementos dentários 36 (42,5%) e 46 (33,9%) foram os mais frequentemente perdidos. Observou-se a associação positiva entre perda dentária e as variáveis idade, visita ao cirurgião-dentista (OR = 2,19; IC95%: 1,35-3,59), satisfação com o sorriso (OR = 0,40; IC95%: 0,24-0,65) e a dificuldade na mastigação (OR = 2,16; IC95%: 1,48-3,16). Conclui-se que a prevalência da perda precoce de molares permanentes foi elevada, sendo necessária a imediata adoção de ações curativas a fim de reduzir a perda precoce desses elementos dentários.

Palavras-chave


cárie dentária; perda de dente; molar permanente

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v33i1.8373

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