GEOTURISMO NO PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA/MG (PEI): POTENCIALIDADES E LIMITAÇÕES

Lilian Carla Moreira Bento, Sílvio Carlos Rodrigues

Resumo


Devido ao aumento da visitação em áreas naturais, tem crescido também os segmentos relacionados, direta ou indiretamente, ao turismo de base natural. O geoturismo é um exemplo dessa situação, tendo surgido em meados da década de 1990, com o objetivo de satisfazer a um novo perfil de turista. Este turista tem preocupação ambiental e visa ao entendimento da geodiversidade dos locais visitados, numa perspectiva didático-científica e de divulgação dessa vertente da natureza. O objetivo desse trabalho é realizar um levantamento das potencialidades e limitações para o desenvolvimento do geoturismo no Parque Estadual do Ibitipoca/MG, numa tentativa de envolver os turistas que já frequentam o local. O PEI é uma unidade de conservação com grande visitação, no Estado de Minas Gerais, e diante da metodologia empregada, infere-se que apresenta potencial para a implantação do geoturismo. No entanto, existem, atualmente, algumas limitações para que isso aconteça, como a falta de capacitação dos funcionários e guias de turismo, no que se refere ao entendimento da geodiversidade local, bem como sua divulgação em pontos estratégicos do parque com a colocação, por exemplo, de painéis interpretativos. 


Palavras-chave


Unidades de conservação. Geodiversidade. Interpretação ambiental.

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/bolgeogr.v32i2.19409



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