Período de suscetibilidade do amendoinzeiro cv. Tégua ao tripes do prateamento e seu reflexo na produtividade - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i2.271

Autores

  • Onã da Silva Freddi Unesp Jaboticabal Autor
  • Alcebíades Ribeiro Campos Unesp Ilha Solteira Autor
  • Cristian Luarte Leonel Unesp Jaboticabal Autor
  • Tito da Silva Freddi Autor
  • Giselle Feliciani Barbosa Unesp Jaboticabal Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/actasciagron.v29i2.271

Palavras-chave:

Enneothrips flavens, controle químico, Arachis hypogaea L.

Resumo

Dentre as principais pragas que atacam o amendoinzeiro destaca-se o tripes do prateamento como praga-chave dessa cultura. Este trabalho teve por objetivo determinar o período de maior suscetibilidade da cultura ao ataque do tripes do prateamento e seu reflexo na produtividade. O projeto foi conduzido na Fazenda de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Engenharia FEIS/Unesp. Na sua implantação foi utilizado o cultivar Tégua, de porte rasteiro e ciclo longo. Foi utilizado o delineamento experimental em blocos ao acaso com 16 tratamentos e quatro repetições. O inseticida utilizado foi o Tamaron 600 CE©(Metamidofós), com intervalo de aplicação de 10 dias. Os parâmetros avaliados foram: o número de ninfas e adultos de tripes, área foliar, altura de plantas, número de folhas e nódulos por planta, peso seco da parte aérea e a produtividade. Os resultados obtidos permitem concluir que dos 40 aos 90 dias após a emergência representa o período de maior suscetibilidade das plantas ao ataque do tripes do prateamento.

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Biografia do Autor

  • Onã da Silva Freddi, Unesp Jaboticabal
    Possui Graduação em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001), Mestrado em Sistema de Produção Vegetal pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004) e Doutorado em Produção Vegetal pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2007). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Física do Solo, atuando principalmente nos seguintes temas: Compactação do solo, Intervalo Hídrico Ótimo, geoestatística, índice de cone, preparo do solo, Zea mays e phaseolus vulgaris. Atualmente é Pós-Doutorando na FCAV/UNESP com bolsa da FAPESP Currículo Lattes

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Publicado

2007-11-01

Edição

Seção

Produção Vegetal

Como Citar

Freddi, O. da S., Campos, A. R., Leonel, C. L., Freddi, T. da S., & Barbosa, G. F. (2007). Período de suscetibilidade do amendoinzeiro cv. Tégua ao tripes do prateamento e seu reflexo na produtividade - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i2.271. Acta Scientiarum. Agronomy, 29(2), 277-282. https://doi.org/10.4025/actasciagron.v29i2.271

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