Exigência proteica em dietas para alevinos do dourado (Salminus brasiliensis) - DOI: 10.4025/actascianimsci.v32i1.7387

Autores

  • Benjamim Teixeira Instituto Federal Catarinense de Educação, Ciência e Tecnologia
  • Carolina Charvet Machado UFSC
  • Débora Machado Fracalossi UFSC, Florianópolis

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascianimsci.v32i1.7387

Palavras-chave:

Nutrição, dietas purificadas, peixes carnívoros

Resumo

A exigência proteica de alevinos de dourado foi avaliada por meio de dois ensaios, e as concentrações proteicas das dietas variaram de 32,29 a 57,63% no Experimento I e de 33,93 a 53,61% no Experimento II. O peso inicial dos alevinos foi de 0,75 e 5,68 g, para os Experimentos I e II, respectivamente. As dietas foram formuladas com ingredientes semipurificados e eram isoenergéticas dentro de cada ensaio. Os peixes foram alimentados até a saciedade aparente, duas vezes ao dia (9 e 16h), durante 29 dias no Experimento I e 94 dias no Experimento II. A análise de regressão revelou aumento linear do ganho em peso com o aumento da concentração proteica no Experimento I, indicando que a exigência proteica de alevinos de dourado de 0,75 a 3,04 g foi de, pelo menos 57,6% de proteína bruta. Já no Experimento II, a concentração proteica de 45,4% foi estimada como a exigência dietética para máximo ganho em peso, pela análise de regressão polinomial

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Biografia do Autor

  • Benjamim Teixeira, Instituto Federal Catarinense de Educação, Ciência e Tecnologia
    Campus Araquari Departamento de Aquicultura
  • Carolina Charvet Machado, UFSC
    Departamento de Aquicultura Centro de Ciências Agrárias
  • Débora Machado Fracalossi, UFSC, Florianópolis
    Departamento de Aquicultura Centro de Ciências Agrárias

Publicado

2009-12-16

Edição

Seção

Nutrição de Não-Ruminantes

Como Citar

Exigência proteica em dietas para alevinos do dourado (Salminus brasiliensis) - DOI: 10.4025/actascianimsci.v32i1.7387. (2009). Acta Scientiarum. Animal Sciences, 32(1), 33-38. https://doi.org/10.4025/actascianimsci.v32i1.7387