Por que leem os jovens literatura de autoajuda? Reflexões sobre O céu existe mesmo, de T. Burpo e L. Vincent

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v38i2.32664

Palavras-chave:

literatura, autoajuda, valores

Resumo

A obra em apreço remete para a literatura de autoajuda, cujo teor, pertencente ao imaginário religioso, a colocou no patamar dos best-sellers, suscitando uma leitura transversal a todas as faixas etárias. A particularidade de ter sido objeto de escolha por parte de jovens motivou uma análise hermenêutica que identificasse possíveis valores estéticos, éticos e simbólicos. O artigo explicita o conceito de literatura de autoajuda e as principais linhas ideológico-temáticas da obra em causa.

 

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Biografia do Autor

  • Jorge Manuel Passos Martins, Universidade do Minho

    Membro do Centro de Investigação em Estudos da Criança, IE, Universidade do Minho, Portugal

    http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5748563845516849

  • Fernando Azevedo, Universidade do Minho

    Fernando Azevedo é Professor Associado com Agregação do Instituto de Educação da Universidade do Minho, onde é o responsável pela regência de unidades curriculares de pós-graduação nas áreas da Literatura Infantil e Juvenil e Formação de Leitores. É Doutor em Ciências da Literatura e membro do Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC), integrando igualmente o Observatório de Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ) e a Rede Internacional de Universidades Leitoras (RIUL). Pertence à Comissão de Especialistas do Plano Nacional de Leitura. Possui obras publicadas nos domínios da hermenêutica textual, literatura infantil e formação de leitores.

    Para informação mais detalhada:

    http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=2534154027031731

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Publicado

2016-10-11

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

Por que leem os jovens literatura de autoajuda? Reflexões sobre O céu existe mesmo, de T. Burpo e L. Vincent. (2016). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 38(2), 253-262. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v38i2.32664

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