Théodule Ribot: a liberdade em face da hereditariedade e da memória

Autores

  • Wilson Antonio Frezzatti Jr. Universidade Estadual do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v40i1.37999

Palavras-chave:

determinismo, dualidade corpo-alma, metafísica, psicofisiologia, psicologia experimental.

Resumo

 

O filósofo e psicólogo francês Théodule Ribot pretendia estabelecer uma psicologia experimental, ou seja, uma psicofisiologia, e, para isso, precisava superar a psicologia fundada na noção de alma. As tradicionais noções de alma imortal, de consciência, de vontade e de livre arbítrio, entre outras, são substituídas por fenômenos fisiológicos. O objetivo deste trabalho é pensar a liberdade humana num contexto no qual fatores deterministas, como a hereditariedade e a memória, são preponderantes. Ribot considera que a antítese entre determinismo e liberdade é insolúvel no âmbito científico, uma vez que ela é uma questão metafísica. Entretanto, a psicologia deve renunciar à metafísica e esta, por sua vez, deve perecer em razão de suas próprias contradições. Há, no pensamento de Ribot, um ceticismo em relação àquilo que podemos conhecer fora da ciência.

 

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Biografia do Autor

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Publicado

2018-07-30

Edição

Seção

Filosofia

Como Citar

Théodule Ribot: a liberdade em face da hereditariedade e da memória. (2018). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 40(1), e37999. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v40i1.37999

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