Adoção do brincar/brinquedo na prática assistencial à criança hospitalizada: trajetória de enfermeiros DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v13i2.15500

Autores

  • Juliana de Moraes Baldan Enfermeira. Autor
  • Cindia Pereira dos Santos Enfermeira. Autor
  • Ana Paula Keller de Matos Graduanda em Enfermagem pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Bolsista FAPESP. Autor
  • Monika Wernet Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professor adjunto do Departamento de Enfermagem da UFSCar. Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v13i2.15500

Palavras-chave:

Jogos e Brinquedos, Criança Hospitalizada, Enfermagem Pediátrica

Resumo

O processo de hospitalização gera sofrimento à criança e o brincar/brinquedo é um recurso apontado como promotor do enfrentamento e passível de ser adotado pelo enfermeiro. Apesar disto, está pouco incorporado no cuidado ofertado a estas crianças. O objetivo deste estudo foi caracterizar o processo de incorporação da adoção do brincar/brinquedo na assistência prestada por enfermeiros à criança hospitalizada. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com seis enfermeiros. O estudo, pautado no referencial teórico do Interacionismo Simbólico e no referencial metodológico do Interacionismo Interpretativo, identificou ser a trajetória de mobilização sustentada por duas epifanias: o brincar/brinquedo tem a potencialidade de amenizar sofrimentos e traumas advindos do processo de hospitalização, e, está na pessoa de cada enfermeiro a opção de adotar tal prática. Os resultados estão descritos a partir de duas categorias: brinquedo como recurso terapêutico e enfermeiro como promotor do brincar. A ampliação do uso do recurso por parte dos enfermeiros tem correlação direta com as oportunidades de contato com o mesmo e com a criança em situação de hospitalização.

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Publicado

2014-05-08

Edição

Seção

Artigos originais

Como Citar

Adoção do brincar/brinquedo na prática assistencial à criança hospitalizada: trajetória de enfermeiros DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v13i2.15500. (2014). Ciência, Cuidado E Saúde, 13(2), 228-235. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v13i2.15500