A vivência hospitalar no olhar da criança internada

Autores

  • Alberto Manuel Quintana Universidade Federal de Santa Maria Autor
  • Dorian Mônica Arpini Universidade Federal de Santa Maria Autor
  • Caroline Rubin Rossato Pereira Universidade Federal do Rio Grande do Sul Autor
  • Maúcha Sifuentes dos Santos Universidade Federal do Rio Grande do Sul Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v6i4.3679

Palavras-chave:

Criança hospitalizada, Equipe de enfermagem, Saúde da família.

Resumo

A situação de hospitalização é um fator gerador de ansiedade para qualquer pessoa, muito mais para uma criança. Diversos são os sentimentos que a hospitalização pode desencadear nelas. O presente artigo tem como objetivo conhecer como a criança vivencia a internação hospitalar. Utilizou-se uma abordagem qualitativa e os dados foram coletados através das técnicas de entrevista lúdica e de desenho-estória. Os resultados evidenciaram que as crianças percebem o hospital como um lugar triste, mas que, por outro lado, proporciona situações agradáveis, como o espaço para brincar. Elas demonstram compreender os procedimentos hospitalares realizados e sua necessidade com vistas à superação da doença, porém os identificam como dolorosos. A relação com a equipe de enfermagem apresenta-se de modo ambivalente: por um lado, são pessoas “legais”, que se preocupam, mas, por outro, os procedimentos que realizam são vistos como dolorosos e angustiantes. A preocupação com a morte constitui-se em outro aspecto que mereceu destaque na análise dos dados.

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Biografia do Autor

  • Alberto Manuel Quintana, Universidade Federal de Santa Maria
    Possui graduação em Psicologia - Universidad Argentina J F Kennedy (1980), mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1989) e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Santa Maria. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: grupos populares, câncer de mama, psicologia hospitalar e tanatologia. Currículo Lattes
  • Dorian Mônica Arpini, Universidade Federal de Santa Maria
    possui graduação em Psicologia pela Universidade de Passo Fundo (1986), mestrado em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Santa Maria (1995) e doutorado em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Santa Maria. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Social, atuando principalmente nos seguintes temas: família, infância e adolescência,violência, exclusão e situação de risco, além de atuação na área da psicologia e saúde pública. Currículo Lattes
  • Caroline Rubin Rossato Pereira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Maria (2003), Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006) e Especialização em Psicologia Clínica - Terapia Familiar e de Casal pelo Instituto da Família de Porto Alegre (2008). Atualmente, é Douroranda em Psicologia e bolsista CAPES pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foco de pesquisa: relacionamento entre irmãos e rivalidade fraterna. Currículo Lattes
  • Maúcha Sifuentes dos Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Maria (2004) e Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2007). Atualmente é Doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: Transtornos do desenvolvimento, família, hospitalização e morte. Currículo Lattes

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Publicado

2008-05-30

Edição

Seção

Artigos originais

Como Citar

A vivência hospitalar no olhar da criança internada. (2008). Ciência, Cuidado E Saúde, 6(4), 414-423. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v6i4.3679