Desafios na implantação do modelo de atenção à s condições crônicas na perspectiva de gestores no Estado do Paraná
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v20i0.57570Palavras-chave:
Gestão em saúde, Doença crônica, Sistema Único de SaúdeResumo
Objetivo: descrever os enfrentamentos vivenciados pelos profissionais gestores no processo de implantação do Modelo de Atenção à s Condições Crônicas no estado do Paraná/Brasil. Método: trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, com sete gestores de diferentes instituições públicas que participaram do processo de implantação do Modelo de Atenção à s Condições Crônicas. As entrevistas foram realizadas no local de trabalho do entrevistado, gravadas, transcritas e validadas pelos participantes. A coleta de dados ocorreu em agosto de 2018. A análise de dados foi conduzida por meio de análise de conteúdo. Resultados: a análise evidenciou as seguintes categorias de análise: a relevância da capitania dos gestores municipais e estaduais no processo de implantação do modelo; educação permanente como estratégia para a implantação do Modelo de Atenção à s Condições Crônicas; e a atenção hospitalar como limitação para as redes de atenção. Considerações finais: a implantação do Modelo de Atenção à s Condições Crônicas demanda apoio financeiro e político dos gestores municipais e estaduais, e exige uma equipe multidisciplinar capacitada e motivada para envolver-se no processo de mudança. A região de saúde não conseguiu expandir o Modelo de Atenção à s Condições Crônicas no âmbito hospitalar.
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