Reflexões a respeito da construção histórica da corporeidade da mulher enfermeira - doi: 10.4025/cienccuidsaude.v9i2.8530

Autores

  • Dolores Ferreira de Melo Lopes UEL Autor
  • Miriam Aparecida Barbosa Merighi EE/USP Autor
  • Mara Lúcia Garanhani EERP/USP Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v9i2.8530

Palavras-chave:

Enfermagem, História da Enfermagem, Papel do Profissional de Enfermagem.

Resumo

Este artigo tem o objetivo de refletir sobre a construção histórica da corporeidade da mulher enfermeira. Discute como a mulher se envolveu no trabalho de enfermagem ao longo da história e a influência da corporeidade na prática da enfermagem. Durante as décadas, no contexto existencial do mundo da saúde, a diversidade de circunstâncias vem demandando da corporeidade da mulher enfermeira atitudes e comportamentos diferenciados. Esses diferentes papéis, agregados em um só ser, demonstram sua importância e representatividade como ser humano em relação aos outros, a si mesma, à sociedade e à enfermagem, conquistando assim maior autonomia e visibilidade profissional. Em seu mundo cotidiano a corporeidade possibilita à enfermeira revelar-se como ser humano que se inter-relaciona com outros seres humanos, alcança objetivos e um sentido para sua vida e, também, uma enfermagem mais humanizada e comprometida. Despertar para a importância da corporeidade no contexto da saúde e da profissão de enfermagem é vislumbrar novos caminhos e maneiras de agir como profissional enfermeiro em toda a sua plenitude, campo em que as mulheres, na maioria das vezes, ocupam papel de destaque.

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Biografia do Autor

  • Dolores Ferreira de Melo Lopes, UEL
    DOCENTE DE ENFERMAGEM DA UEL, DOUTORANDA PELA UNIVESIDADE DE SÃO PAULO

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Publicado

2010-09-23

Edição

Seção

Artigos de reflexão

Como Citar

Lopes, D. F. de M., Merighi, M. A. B., & Garanhani, M. L. (2010). Reflexões a respeito da construção histórica da corporeidade da mulher enfermeira - doi: 10.4025/cienccuidsaude.v9i2.8530. Ciência, Cuidado E Saúde, 9(2), 398-403. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v9i2.8530