“Conflito” e “humanidade”: as antropologias históricas de Reinhart Koselleck e Jörn Rüsen

Autores

  • Gustavo Castanheira Borges de Oliveira Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v22i3.42131

Palavras-chave:

Koselleck, Rüsen, antropologia histórica.

Resumo

O foco deste artigo é analisar as antropologias históricas dos historiadores Reinhart Koselleck e Jörn Rüsen, com o objetivo de pontuar as similaridades e as diferenças entre elas. Para tal, partimos do significado que Koselleck atribui à teoria da história, entendida por ele como teoria das “condições de possibilidade da história”, tendo como objeto de estudo aquilo que é comum a toda experiência histórica, que a estrutura e a torna possível. Assim, Koselleck trabalhou a partir de pares de categorias antropológicas, ou universais, tais como ter de morrer/poder matar e interno/externo. Rüsen também fez algumas análises a partir do uso de pares antropológicos. A partir da análise e comparação das teorias destes dois historiadores chegamos à tese de que Koselleck constrói uma antropologia histórica baseada no “conflito”, enquanto a de Rüsen é calcada na noção de “humanidade”, sendo esta uma grande diferença epistemológica entre os autores.

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Biografia do Autor

  • Gustavo Castanheira Borges de Oliveira
    Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Ouro Preto

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Publicado

2018-12-21

Como Citar

“Conflito” e “humanidade”: as antropologias históricas de Reinhart Koselleck e Jörn Rüsen. (2018). Dialogos, 22(3), 166-185. https://doi.org/10.4025/dialogos.v22i3.42131