PSICOLOGÃA ANALÃTICA POST-JUNGUIANA COMO ALTERNATIVA A LAS DIFERENCIAS DE GÉNERO EN DESARROLLO MORAL
DOI:
https://doi.org/10.4025/psicolestud.v31i1.60900Palabras clave:
Desarrollo moral;, diferencias de género;, psicología analítica.Resumen
La teoría del desarrollo moral de Lawrence Kolberg ha sido acusada de androcentrismo y sexismo por Carol Gilligan, quien argumentó que las mujeres parten de una estructura de razonamiento moral distinta a la de los hombres: la ética del cuidado. Sin embargo, al justificar las razones de las diferencias de género, Gilligan se basó en el psicoanálisis, lo que la condujo al determinismo psíquico y al binarismo de género. Por lo tanto, a través de una revisión bibliográfica, este artículo propone una nueva interpretación feminista emancipadora de estas diferencias, basada en la Psicología analítica postjunguiana. Se revisó la justificación de Gilligan, comparándola con las prerrogativas junguianas, especialmente las postjunguianas, y estas últimas pueden sustentarse en investigaciones que sugieren que no existe predominio de género en las estructuras morales. Este artículo, por un lado, critica la postura inicial de Gilligan, que en su momento se interpretó como esencialista, pero reconoce su propia evolución teórica: en sus estudios posteriores, la autora refinó sus ideas, confrontando y desmantelando la trampa esencialista que se había tendido en torno a su obra. Por otro lado, recupera la contribución de la psicología postjunguiana y ofrece una alternativa a la fundamentación psicoanalítica de Gilligan, concluye que la ética de la justicia y la ética del cuidado pueden formar parte del patrimonio moral de hombres y mujeres, sin distinción ni relación de predominio según el género, señalando así la necesidad de utilizar este enfoque en el campo de la Psicología Moral.
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