Doutrina espírita e as mulheres

Autores

  • Cléria Bittar Bueno Universidade de Franca Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v1i3.26677

Resumo

Objetivos: Este estudo analisa o papel que as mulheres desempenham no seio da Doutrina Espírita, comparando-o com as principais denominações religiosas dentro do Cristianismo. Metodologia: pesquisa bibliográfica, a partir da contribuição de autores da Teologia Feminista, da Filosofia, da Psicologia, da História e da Doutrina Espírita. Resultados: A crítica da Teologia Feminista recai sobre a visão misógina e andrógina – fruto da mentalidade patriarcal - empregada na valoração e interpretação do papel das mulheres tanto nos textos sagrados, como no tratamento dispensado a elas pela Igreja de Roma e demais igrejas surgidas pós Cisma e Reforma. Conclusões: O estudo mostra que, em analogia às demais crenças cristãs, para os adeptos desta Doutrina, não há prerrogativas de um sexo sobre outro devido à crença na palingenesia (reencarnação), o que facultaria ao mesmo Espírito em evolução, encarnar em corpos de diferentes sexos; e pelo fato de que não há uma classe sacerdotal, prerrogativa de poder para os homens.

Biografia do Autor

  • Cléria Bittar Bueno, Universidade de Franca
    Psicóloga. Docente do curso de Psicologia e do programa de pós-graduação Mestrado em Promoção de Saúde da Universidade de Franca.

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Como Citar

Bueno, C. B. (2009). Doutrina espírita e as mulheres. Revista Brasileira De História Das Religiões, 1(3). https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v1i3.26677