EDUCAÇÃO DO TRABALHADOR SEM POLITECNIA: O COLÉGIO ESTADUAL FRANCISCO CARNEIRO MARTINS NA CONJUNTURA DE 1970

Autores/as

  • Adnilson José da Silva Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/tpe.v12i3.14516

Palabras clave:

educação, trabalho, capitalismo, politecnia

Resumen

Este artigo se insere nos debates sobre educação e trabalho e enfoca a influência das determinações capitalistas ocorridas entre as décadas de 1970 e 1980 por vias legais, sobretudo pela lei número 5692/71, e por discursos ideológicos ligados à teoria do capital humano. São considerados aspectos da história do Colégio Estadual Francisco Carneiro Martins, situado em Guarapuava (PR), que identificam essa instituição como um dos muitos cenários em que as determinações legais se configuraram como estratégia capitalista para prevenção de orientações pedagógicas de matiz socialista que fossem embasadas no pensamento de Karl Marx e de Antonio Gramsci. A pesquisa a que esse resumo se vincula é desenvolvida na modalidade de pesquisa isolada (PqI), pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), cujo objeto é a ofensiva capitalista na educação brasileira e os contrapontos socialistas, nas décadas de 1960 a 1980.

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Publicado

2011-08-18

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

EDUCAÇÃO DO TRABALHADOR SEM POLITECNIA: O COLÉGIO ESTADUAL FRANCISCO CARNEIRO MARTINS NA CONJUNTURA DE 1970. (2011). Teoria E Prática Da Educação, 12(3), 401-410. https://doi.org/10.4025/tpe.v12i3.14516