A vigência da centralidade da categoria trabalho: uma oposição às teorias do fim do trabalho vivo e do fim de sua centralidade.

Autores

  • Vinícius Oliveira Santos Universidade Federal de Uberlândia Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.v0i18.6437

Palavras-chave:

Trabalho, trabalho no capitalismo, capitalismo contemporâneo, ontologia.

Resumo

Mediante as configurações do capitalismo contemporâneo, alguns autores, como André Gorz, não hesitaram em afirmar que a sociedade do trabalho está em crise e que o trabalho perderia, portanto, o status de conceito sociológico chave. A questão que se coloca é a seguinte: a constante inserção de tecnologia nos processo produtivo pode excluir o trabalho vivo? E mais: o trabalho continua a ser a atividade central na sociabilidade? É no seio deste debate que se encontra o presente artigo, que tem como objetivo elucidar e criticar a visão de que o trabalho e/ou sua centralidade analítica está em vias de desaparecer ou não têm mais pertinência. Em vez disso, este artigo propõe a ampliação, uma vez que o trabalho se encontra cada vez mais complexificado e diverso e, em proporção crescente, o capitalismo necessita de trabalho precarizado que é uma causa da diversificação da classe-que-vive-do-trabalho.

Biografia do Autor

  • Vinícius Oliveira Santos, Universidade Federal de Uberlândia
    Graduando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Uberlândia. É membro do Grupo de Pesquisa Trabalhadores, Sindicalismo e Política.

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Publicado

2009-05-12

Edição

Seção

Sociologia do Trabalho

Como Citar

A vigência da centralidade da categoria trabalho: uma oposição às teorias do fim do trabalho vivo e do fim de sua centralidade. (2009). Revista Urutágua, 18, 167-175. https://doi.org/10.4025/revurut.v0i18.6437