INDICADORES DE BEM-ESTAR SUBJETIVO E A RELAÇÃO COM O DESEMPENHO ESCOLAR E COMPORTAMENTAL EM ADOLESCENTES

Autores

  • Betânia Alves Veiga Dell’ Agli Universidade de São Paulo Autor
  • Rita de Cássia Oliveira CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO - FAE Autor
  • Kenia Eliber Vieira Universidade de São Paulo Autor https://orcid.org/0000-0001-9830-1028
  • Solange Franci Raimundo Yaegashi Universidade Estadual de Maringá (UEM) Autor
  • Luciana Maria Caetano Universidade de São Paulo Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/notandum.vi58.58473

Resumo

Razão e emoção sempre estiveram presentes nas discussões filosóficas, psicológicas e mais recentemente ganha maior escopo nas biológicas com o avanço da neurociência. O presente estudo teve como objetivo avaliar as relações entre indicadores do bem-estar subjetivo (afeto positivo e negativo, satisfação com a vida e autoestima) e desempenho acadêmico (adequado e baixo) e comportamental (problemas de comportamento ou não) de adolescentes. Participaram do estudo 234 adolescentes com idades de 11 a 18 anos (M = 12,89 anos; DP = 1,35) estudantes de uma escola pública de uma cidade do interior do Estado de São Paulo. Foram utilizados um questionário para dados sociodemográficos como desempenho escolar e comportamento, a Escala de Afetos Positivos e Negativos para Adolescentes, a Escala de Autoestima de Rosenberg e a Escala Multidimensional de Satisfação de Vida para Adolescentes. Os resultados revelaram que os maiores escores de afeto positivo, autoestima e satisfação com a vida estavam correlacionados positivamente com o grupo com bom desempenho e bom comportamento. A afetividade se apresenta, portanto, como um fator importante no desenvolvimento humano e a escola não pode se furtar de trabalhar o indivíduo em sua totalidade cognitiva, afetiva, social e moral.

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Publicado

2021-12-19

Edição

Seção

Teoria e Prática do Ensino e da Aprendizagem

Como Citar

INDICADORES DE BEM-ESTAR SUBJETIVO E A RELAÇÃO COM O DESEMPENHO ESCOLAR E COMPORTAMENTAL EM ADOLESCENTES. (2021). Notandum, 58, 97-117. https://doi.org/10.4025/notandum.vi58.58473