Avaliação de sistemas de condução em relação à severidade de doenças e à produção do tomateiro

Autores

  • Humberto Silva Santos UEM Autor
  • Wesley Henrique Perin UEM Autor
  • Luiz Gustavo Titato UEM Autor
  • João Batista Vida UEM Autor
  • Osni Callegari UEM Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/actasciagron.v21i0.4257

Palavras-chave:

Lycopersicon esculentum, doenças, densidade de plantio, poda, tutoramento

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar métodos de condução do tomateiro, cv. Santa Clara Miss Brasil, quanto à produção e à ocorrência de doenças foliares. Foi conduzido um experimento em Maringá-PR, durante o período de setembro de 1997 a janeiro de 1998. Adotou-se o delineamento experimental em blocos ao acaso com quatro repetições. A unidade experimental constou de duas fileiras de 5,0m de comprimento onde foi desconsiderada uma planta em cada extremidade. Os tratamentos experimentados foram: T1) uma planta por cova, espaçamento de 1,0m x 0,5m e tutoramento em cerca cruzada; T2) uma planta por cova, espaçamento 1,0m x 0,2m e 0,8m, alternadamente, e tutoramento em ziguezague; T3) igual ao T1, porém com tutoramento vertical; T4) duas plantas por cova, espaçamento 1,0m x 0,5m e tutoramento em cerca cruzada; T5) igual ao T4, porém com uma das plantas podada acima da terceira folha localizada acima do terceiro racimo; T6) uma planta por cova, espaçamento 1,0m x 0,25m, podada acima da terceira folha localizada acima do terceiro racimo e tutoramento em cerca cruzada; T7) igual ao T6, porém a poda foi feita acima da terceira folha localizada acima do quarto racimo; T8) igual ao T7, porém com desbaste de frutos até igualar o número de frutos do T6. Os sistemas de tutoramento (T1, T2 e T3) não afetaram o percentual de danos patológicos e nem a produção. O cultivo de duas plantas por cova (T4 e T5) apresentou maior produção comercial, enquanto o plantio adensado (T6, T7 e T8) igualou às produções obtidas com uma planta por cova não podada e com espaçamento padrão (T1, T2 e T3), porém com menor severidade das doenças ocorridas. A poda acima do quarto racimo e sem desbaste de frutos (T7) foi o tratamento mais produtivo entre aqueles com plantio adensado. Não houve efeito dos tratamentos no peso médio dos frutos.

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Biografia do Autor

  • Humberto Silva Santos, UEM
    Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá (1982) , mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras (1986) e doutorado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras (1995) . Atualmente é Professor associado-C da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Agronomia , com ênfase em Fitotecnia. Atuando principalmente nos seguintes temas: Alface, MELOYDOGINE JAVANICA, cultivo protegido Currículo Lattes

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Publicado

2008-07-14

Edição

Seção

Agronomia

Como Citar

Avaliação de sistemas de condução em relação à severidade de doenças e à produção do tomateiro. (2008). Acta Scientiarum. Agronomy, 21, 453-457. https://doi.org/10.4025/actasciagron.v21i0.4257

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