Modelo experimental de hérnia ventral em ratos

Autores/as

  • Marino José Mardegam UEM Autor/a
  • César Orlando Peralta Bandeira UNIFESP Autor/a
  • Neil Ferreira Novo UNIFESP Autor/a
  • Yara Juliano UNIFESP Autor/a
  • Ciomar Aparecida Bersani Amado UEM Autor/a
  • Djalma José Fagundes UNIFESP Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihealthsci.v23i0.2909

Palabras clave:

hérnia, hérnia incisional, hérnia ventral, modelo animal, ratos

Resumen

O objetivo deste experimento foi estudar o comportamento de defeitos provocados na parede abdominal, com a finalidade de estabelecer um modelo de hérnia ventral em ratos. Cem ratos com peso entre 230 e 260 g e idade de três meses foram distribuídos em dois grupos. No grupo I, os animais foram submetidos a uma incisão padronizada na linha alba. No grupo II, os animais foram submetidos à exérese padronizada músculo-aponeurótica da região anterior do abdome. Em ambos os grupos, os animais foram redistribuídos em três subgrupos (A, B e C), conforme o tempo de observação de 15, 30 e 45 dias, respectivamente. Nas hérnias desenvolvidas, foram analisados dimensões lineares e volume, presença de aderências e aspectos histológicos de fragmentos do saco herniário. Para análise de resultados, foram empregados testes estatísticos. Os animais dos subgrupos I A, I B e I C, respectivamente, 93,3%, 45% e 53,3%, e dos subgrupos II A, II B e II C, respectivamente, 66,7%, 35% e 47,7%, desenvolveram hérnias. Em ambos os grupos, as medidas do eixo maior dos ânulos herniários ultrapassaram 3 centímetros e os volumes, em média, superiores a 3 mL, classificando-as como hérnias de grandes dimensões. Aderências foram encontradas praticamente em todos os animais. A mortalidade pós-operatória foi em média de 8%, no grupo I, e de 18%, no grupo II, sendo a evisceração a causa dos óbitos. O estudo histológico mostrou maturação do saco herniário aos 30 dias de observação em ambos os grupos. De acordo com os resultados obtidos, o modelo incisão (grupo I) foi o mais adequado para simular hérnia ventral no rato, apesar de não ter havido desenvolvimento de hérnia em todos os animais.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Marino José Mardegam, UEM
    Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (1981) , especialização em Farmacologia pela Universidade Estadual de Maringá (1996) , mestrado em Técnicas Operatórias e Cirurgia Experimental pela Universidade Federal de São Paulo (2000) , residencia-medica pelo Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (1984) e residencia-medica pelo Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (1986) . Atualmente é Professor assistente da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Medicina , com ênfase em Cirurgia. Atuando principalmente nos seguintes temas: Residência, Especialização Currículo Lattes

Publicado

2008-05-06

Número

Sección

Ciências da Saúde

Cómo citar

Mardegam, M. J., Bandeira, C. O. P., Novo, N. F., Juliano, Y., Amado, C. A. B., & Fagundes, D. J. (2008). Modelo experimental de hérnia ventral em ratos. Acta Scientiarum. Health Sciences, 23, 683-689. https://doi.org/10.4025/actascihealthsci.v23i0.2909

Artículos similares

1-10 de 55

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.

Artículos más leídos del mismo autor/a

1 2 > >>