Metafísica do belo segundo Schopenhauer - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v27i1.1170

Autores

  • Vanessa Furtado Fontana Unioeste-Toledo

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v27i1.1170

Palavras-chave:

Schopenhauer, metafísica, belo, sublime, gênio

Resumo

O presente artigo tem como tema a metafísica do belo do filósofo Arthur Schopenhauer. O artigo propõe uma análise da tese desse filósofo acerca do belo e do sublime e as suas manifestações no mundo real. Para tanto, falaremos da idéia de sujeito, de gênio e da hierarquia das artes, na qual se inclui a música. Como podemos entender, a arte e a beleza da natureza são pontos discutidos no texto de Schopenhauer. A idéia do belo enquanto metafísica, que se traduz em um modo de entender a realidade, marca a importância dessa discussão para a História da filosofia.

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Biografia do Autor

  • Vanessa Furtado Fontana, Unioeste-Toledo
    Mestre em Filosofia pela UNIOESTE, com graduação em Filosofia pela Universidade Estadual de Maringá (2004), atuando principalmente nos seguintes temas: Schopenhauer, Kant, Husserl, metafísica, ontologia, idealismo, estética, ética Currículo Lattes

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Publicado

2008-03-14

Edição

Seção

História e Filosofia

Como Citar

Metafísica do belo segundo Schopenhauer - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v27i1.1170. (2008). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 27(1), 41-46. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v27i1.1170