A construção do poético em Quando as montanhas conversam - doi: 10.4025/actascilangcult.v34i1.7535
DOI:
https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v34i1.7535Palavras-chave:
poesia, leitor infantil, ludismoResumo
O presente artigo analisa a obra poética Quando as montanhas conversam, de Gloria Kirinus, a partir do aspecto lúdico, que propicia a conquista do leitor infantil, convidando-o a ingressar em uma realidade à parte e a aceitar as especificidades do espaço criado. Ao deixar-se envolver por textos poéticos de qualidade, como o analisado neste estudo, o infante desenvolve suas potencialidades e adquire novos conhecimentos de maneira divertida, o que transforma a poesia em um valioso recurso que merece ser melhor explorado, tanto em sala de aula quanto nos lares das crianças brasileiras.
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