A construção do poético em Quando as montanhas conversam - doi: 10.4025/actascilangcult.v34i1.7535

Autores

  • Flávia Brocchetto Ramos Universidade de Caxias do Sul - UCS
  • Sandra Regina Tornquist Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v34i1.7535

Palavras-chave:

poesia, leitor infantil, ludismo

Resumo

O presente artigo analisa a obra poética Quando as montanhas conversam, de Gloria Kirinus, a partir do aspecto lúdico, que propicia a conquista do leitor infantil, convidando-o a ingressar em uma realidade à parte e a aceitar as especificidades do espaço criado. Ao deixar-se envolver por textos poéticos de qualidade, como o analisado neste estudo, o infante desenvolve suas potencialidades e adquire novos conhecimentos de maneira divertida, o que transforma a poesia em um valioso recurso que merece ser melhor explorado, tanto em sala de aula quanto nos lares das crianças brasileiras.

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Biografia do Autor

  • Flávia Brocchetto Ramos, Universidade de Caxias do Sul - UCS
    Dr em Letras. Professora e pesquisadora PPGEd/UCS
  • Sandra Regina Tornquist, Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC
    Mestre em Letras PPGL/UNISC

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Publicado

2011-12-21

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

A construção do poético em Quando as montanhas conversam - doi: 10.4025/actascilangcult.v34i1.7535. (2011). Acta Scientiarum. Language and Culture, 34(1), 9-15. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v34i1.7535

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