ESTUDO DO CONHECIMENTO SOBRE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS DOS ALUNOS DAS SEXTAS SÉRIES DA ESCOLA ESTADUAL D. PEDRO II, DE JANIÓPOLIS, NO ANO DE 2001

Autores

  • Maria Lindaura Simões de Oliveira Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê. Autor
  • André Luis de Oliveira Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê. Autor
  • Janete Garcia Adamo Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê. Autor
  • Maria Aparecida Rodrigues "Professora da disciplina "Projetos:Ciência, Tecnologia e Sociedade II", do Curso Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de maringá, Campus Regional de Goioerê, PR. Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v8i1.17770

Palavras-chave:

Adolescência, métodos contraceptivos, gravidez indesejada.

Resumo

A gravidez na adolescência é fator preocupante no contexto mundial, incluindo o Brasil. Os adolescentes precisam estar cientes das implicações de uma vida sexual ativa, conhecer métodos contraceptivos; reconhecer a possibilidades da gravidez como algo muito sério; e, as precauções para ter relações sexuais sem fins reprodutivos. O presente trabalho teve como objetivo investigar o conhecimento dos alunos das sextas séries da Escola Estadual D. Pedro II, do município de Janiópolis/PR, sobre métodos contraceptivos e sua utilização e, a partir dos dados coletados, promover informações que sanassem suas dúvidas e/ou complementassem informações insuficientes sofre o tema. Utilizou-se um instrumento de coletas de dados com questões fechadas, respondido por 127 alunos, com idade entre 12 e 14 anos. Os resultados revelam: a maioria não conhecia sequer o significado da palavra "contracepção"; muitos não reconheciam a necessidade de orientação médica para utilização dos métodos contraceptivos; com relação à sentimentos e atitudes, mostraram-se um tanto alheios à questão de ambos os parceiros terem responsibilidade sexual equivalente; embora o tema sexualidade seja amplamente divulgado, não há uma abordagem mais direcionada aos anseios dos jovens. A escola é um ambiente propício, por intermédio dos educadores, para oferecer aos alunos possibilidades de sanar dúvidas, e ampliar seus conhecimentos, complementando a educação sexual que recebem da família e sociedade com a finalidade de evitar riscos de gravidez indesejada por informações insuficientes.

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Biografia do Autor

  • Maria Lindaura Simões de Oliveira, Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê.
    Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê.

  • André Luis de Oliveira, Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê.
    Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê.
  • Janete Garcia Adamo, Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê.
    Acadêmico do quarto ano de Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Goioerê.
  • Maria Aparecida Rodrigues, "Professora da disciplina "Projetos:Ciência, Tecnologia e Sociedade II", do Curso Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de maringá, Campus Regional de Goioerê, PR.
    "Professora da disciplina "Projetos:Ciência, Tecnologia e Sociedade II", do Curso Licenciatura Plena em Ciências, Universidade Estadual de maringá, Campus Regional de Goioerê, PR.

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Publicado

2012-07-01

Edição

Seção

Artigo Original em Educação Básica ou Superior

Como Citar

1.
ESTUDO DO CONHECIMENTO SOBRE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS DOS ALUNOS DAS SEXTAS SÉRIES DA ESCOLA ESTADUAL D. PEDRO II, DE JANIÓPOLIS, NO ANO DE 2001. arqmudi [Internet]. 1º de julho de 2012 [citado 3º de junho de 2026];8(1):24-32. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/17770