EXPERIMENTO PARA OBSERVAÇÃO DA AÇÃO DO ETILENO SOBRE O AMADURECIMENTO DE FRUTOS CLIMATÉRICOS

Autores

  • Maria Aparecida Sert Docente do Departamento de Biologia da Universidade Estadual de Maringá Autor
  • Kátia Aparecida Pereira Kern Pós-graduanda em Biologia Celular Autor
  • Elimaida Mayo Cortez Bióloga Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v10i2.19923

Palavras-chave:

Frutos climatéricos, etileno, amadurecimento

Resumo

Esta prática é útil para a demonstração da influência da temperatura e dos tipos de embalagens no amadurecimento de frutos. Os frutos podem ser classificados, quanto ao amadurecimento, em dois grupos: climatéricos e  não-climatéricos. No processo de maturação dos frutos climatéricos, ocorre um aumento na taxa respiratória e na produção de etileno o que acelera o amadurecimento. O etileno é um fitohormônio gasoso que se difunde no espaço entre as células desempenhando papel fundamental na maturação de frutos climatéricos. Portanto, frutos climatéricos maduros liberam esse gás provocando o amadurecimento de outros frutos
climatéricos que foram colhidos ainda verdes, ou o rápido apodrecimento de frutos já maduros, por esse motivo diz-se que: “um só fruto podre perto de outros frutos sadios provoca o
apodrecimento de todos”. Portanto, frutos climatéricos são os que apresentam um aumento significativo da atividade respiratória associada ao final do processo de amadurecimento.

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Biografia do Autor

  • Maria Aparecida Sert, Docente do Departamento de Biologia da Universidade Estadual de Maringá
    Docente do Departamento de Biologia da Universidade Estadual de Maringá
  • Kátia Aparecida Pereira Kern, Pós-graduanda em Biologia Celular
    Pós-graduanda em Biologia Celular
  • Elimaida Mayo Cortez, Bióloga
    Bióloga

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Publicado

2013-02-26

Edição

Seção

Artigo Original em Educação Básica ou Superior

Como Citar

1.
EXPERIMENTO PARA OBSERVAÇÃO DA AÇÃO DO ETILENO SOBRE O AMADURECIMENTO DE FRUTOS CLIMATÉRICOS. arqmudi [Internet]. 26º de fevereiro de 2013 [citado 3º de junho de 2026];10(2):32-4. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/19923