Alimentação indevida de animais silvestres em unidade de conservação urbana: o Parque do Ingá como espaço não-formal de ensino

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v29i2.75899

Palavras-chave:

Parques urbanos, Ensino, Animais Silvestres, Educação em saúde ambiental

Resumo

Objetivo: o estudo analisou a percepção da população em relação aos impactos negativos da prática de alimentar animais silvestres no Parque do Ingá, em Maringá (PR), a fim de destacar os prejuízos tanto para o equilíbrio ecológico quanto para a saúde dos animais e dos seres humanos. Métodos: a pesquisa consistiu em uma ação voltada para o ensino realizada no parque, utilizando materiais didáticos e jogos interativos para conscientizar os visitantes sobre os riscos dessa interação, buscando demonstrar como espaços não-formais podem ser ferramentas importantes para o ensino. Resultados: cerca de 60 pessoas participaram, sendo as crianças as mais interessadas. Conclusão: as ações educativas foram bem-sucedidas, pois permitiram a construção de reflexões, embora a pesquisa apontou que as abordagens realizadas diretamente dentro do parque teriam alcançado um público ainda maior.

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Publicado

2025-05-27

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Como Citar

1.
Pierobom WJ de M, Ribeiro MEA, Miranda VO, Novais BT de, Fialho JA, da Riva PB. Alimentação indevida de animais silvestres em unidade de conservação urbana: o Parque do Ingá como espaço não-formal de ensino. arqmudi [Internet]. 27º de maio de 2025 [citado 30º de junho de 2026];29(2):e75899. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/75899