AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE UMA AMOSTRA DOS ALUNOS DE PALOTINA-PR A RESPEITO DOS ORGANISMOS TRANSGÊNICOS

Autores/as

  • Rosecler Salete Canossa Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino Autor/a
  • Alexandre Oliveira de Souza Professor da Escola Municipal Venezuela, SME-RJ Autor/a
  • Maurício Luís Tiguman *Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino Autor/a
  • Carmem Lucia Rocha Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá Autor/a
  • João Alencar Pamphile Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v10i2.19920

Palabras clave:

biotecnologia, engenharia genética, organismos geneticamente modificados, alimentos transgênicos.

Resumen

Com o emprego da engenharia genética, vários produtos vêm sendo desenvolvidos na indústria farmacêutica, na indústria de alimentos e na agropecuária em geral, pela clonagem gênica
e/ou construção de novos genes, introdução destes em organismos hospedeiros de forma que a expressão desses genes seja efetiva. Os organismos transgênicos, obtidos pela introdução de genes exógenos (transgenes), podem ser denominados como OGMs. A sociedade tem discutido sobre a
autorização ou não do desenvolvimento e da comercialização dos transgênicos. Neste trabalho procedemos a uma averiguação do conhecimento dos estudantes da terceira série do Ensino Médio de escolas particulares e públicas da cidade de Palotina, Paraná, sobre os organismos transgênicos. A maioria dos estudantes afirmou conhecer o significado de organismos transgênicos (96,61% das escolas particulares e 97,22% das públicas), mas houve uma grande diferença na opinião dos alunos das escolas particulares e públicas em relação ao comprometimento da saúde do indivíduo com o uso de transgênicos (72,88% dos alunos das particulares acreditam que não, e 62,50% dos alunos das públicas responderam que sim). Em relação ao meio ambiente, as respostas foram similares à questão anterior (77,97% dos alunos das particulares acreditam que não são prejudiciais, enquanto nas escolas públicas 65,28% dos alunos acreditam que sim). No entanto, a maioria, tanto das escolas particulares como das públicas (94,92% e 95,83% respectivamente), considerou que não devem ser proibidos os
estudos e as pesquisas com transgênicos.

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Biografía del autor/a

  • Rosecler Salete Canossa, Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
    Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
  • Alexandre Oliveira de Souza, Professor da Escola Municipal Venezuela, SME-RJ
    Professor da Escola Municipal Venezuela, SME-RJ
  • Maurício Luís Tiguman, *Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
    *Especialistas em Genética Aplicada ao Ensino
  • Carmem Lucia Rocha, Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá
    Departamento
    de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá
  • João Alencar Pamphile, Departamento de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá
    Departamento
    de Biologia Celular e Genética, Universidade Estadual de Maringá

Publicado

2013-02-26

Número

Sección

Artigo Original em Educação Básica ou Superior

Cómo citar

1.
AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DE UMA AMOSTRA DOS ALUNOS DE PALOTINA-PR A RESPEITO DOS ORGANISMOS TRANSGÊNICOS. arqmudi [Internet]. 2013 Feb. 26 [cited 2026 Jun. 3];10(2):10-6. Available from: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/19920