PILHAS E EFEITOS NOCIVOS

Autores/as

  • Ana Carla Lavagnolli Gomes Especialista em “Biologia: Bases Morfológicas e Fisiológicas da Integração do Organismo com o Meio Ambiente” pelo Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá Autor/a
  • Silvana Regina de Melo Docente do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v10i3.19981

Palabras clave:

pilhas, metais pesados, aterros

Resumen

O imenso mundo eletrônico com o qual convivemos hoje só foi possível graças a uma grande invenção do passado – a pilha. No Brasil são produzidas, anualmente, cerca de 800 milhões de
pilhas comuns. Se por um lado o surgimento das pilhas trouxe considerável avanço do ponto de vista tecnológico, a sua produção em escala industrial e o baixo custo fizeram surgir outro problema – o quê fazer com essa quantidade de pilhas quando se esgota a energia? O descarte no meio ambiente é o
que tem sido feito na maioria das cidades do Brasil e do mundo. No entanto, não podemos esquecer que alguns elementos químicos presentes em sua constituição não desaparecem – os metais pesados. Dentre eles destacamos, como prejudiciais ao homem, os seguintes: mercúrio (Mg), cádmio (Cd), chumbo (Pb), lítio (Li), níquel (Ni), zinco (Zn), cobalto (Co), bióxido de manganês (MnO2). Nossas
leis federais e estaduais estabelecem o princípio do poluidor-pagador, porém a Resolução nº. 257 de 30 de junho de 1999 do CONAMA é pouco restritiva e permite que se jogue pilha em aterros. Nesses locais, expostas ao sol e à chuva, as pilhas se oxidam e se rompem, criando uma série de inconvenientes, como o risco de contaminação do lençol freático e conseqüentes danos à saúde da população. O mais correto seria encaminhar estas pilhas esgotadas ao tratamento adequado, onde elas
fossem recicladas e, possivelmente, reutilizadas. Uma campanha de conscientização da problemática é fundamental, pois a divulgação sobre o assunto ainda não atingiu nem uma pequena parte da população.

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Biografía del autor/a

  • Ana Carla Lavagnolli Gomes, Especialista em “Biologia: Bases Morfológicas e Fisiológicas da Integração do Organismo com o Meio Ambiente” pelo Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá
    Especialista em “Biologia: Bases Morfológicas e Fisiológicas da Integração do Organismo com o Meio Ambiente”, pelo Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá
  • Silvana Regina de Melo, Docente do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá
    Docente do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá

Publicado

2013-03-03

Número

Sección

Artigo Original em Educação Básica ou Superior

Cómo citar

1.
PILHAS E EFEITOS NOCIVOS. arqmudi [Internet]. 2013 Mar. 3 [cited 2026 Jun. 3];10(3):10-5. Available from: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/19981