MONÓXIDO DE CARBONO: UMA NOVA MOLÉCULA DE SINALIZAÇÃO CELULAR¥

Autores/as

  • Rosângela Zampieri Pina Aluna de Especialização em Biologia: Funcionamento do Organismo Humano no Contexto Interdisciplinar, Departamento de Ciências Morfofisiológicas, Universidade Estadual de Maringá Autor/a
  • Maria Montserrat Diaz Pedrosa Furlan Docente do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá. ô€€ŽUniversidade Estadual de Maringá – Departamento de Ciências Morfofisiológicas Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/arqmudi.v11i3.20004

Palabras clave:

monóxido de carbono, sinalização celular, heme-oxigenase. Pina

Resumen

A sinalização celular consiste em um sistema de proteínas e outros componentes cuja finalidade é transmitir informações, influenciar as atividades das células e dar harmonia funcional a grupos celulares. Dois elementos são essenciais para essa comunicação entre células. Um é chamado de ligante; é a molécula que uma célula libera e que vai agir sobre outras células. O outro é o receptor, que interage com o ligante e desencadeia os efeitos do ligante sobre uma célula. Nesse contexto o monóxido de carbono (CO), mais conhecido por sua propriedade tóxica, se insere como um novo sinalizador celular. Assim, uma nova faceta desse gás tem sido revelada nesses últimos anos. O CO exerce uma série de ações fisiológicas, desencadeadas a partir de sua produção endógena pela enzima heme-oxigenase. Os efeitos protetores do CO foram mostrados no transplante de órgãos; na doença pulmonar inflamatória; na hepatite; na lesão de órgãos por isquemia/reperfusão, e na lesão vascular. Essas investigações representam uma evolução nos estudos sobre o CO, demonstrando que o mesmo pode conferir efeitos de citoproteção em modelos in vitro e in vivo. A variedade de ações atribuídas ao CO tem feito dele alvo de pesquisa dos cientistas, contudo não há um panorama geral sobre o significado real das suas funções biológicas, bem como das interações do CO com outros sinalizadores celulares. O objetivo dessa revisão é identificar os processos orgânicos em que a participação do CO foi sugerida ou comprovada, bem como indicar suas possíveis aplicações terapêuticas, devidas, principalmente, as suas propriedades antiinflamatórias, antiapoptóticas e antiproliferativas.

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Biografía del autor/a

  • Rosângela Zampieri Pina, Aluna de Especialização em Biologia: Funcionamento do Organismo Humano no Contexto Interdisciplinar, Departamento de Ciências Morfofisiológicas, Universidade Estadual de Maringá
    Aluna de Especialização em Biologia: Funcionamento do Organismo Humano no Contexto Interdisciplinar, Departamento de Ciências Morfofisiológicas, Universidade Estadual de Maringá
  • Maria Montserrat Diaz Pedrosa Furlan, Docente do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá. ô€€ŽUniversidade Estadual de Maringá – Departamento de Ciências Morfofisiológicas
    Docente do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá. ô€€ŽUniversidade Estadual de Maringá – Departamento de Ciências Morfofisiológicas

Publicado

2013-03-03

Número

Sección

Artigo Original em Educação Básica ou Superior

Cómo citar

1.
MONÓXIDO DE CARBONO: UMA NOVA MOLÉCULA DE SINALIZAÇÃO CELULAR¥. arqmudi [Internet]. 2013 Mar. 3 [cited 2026 Jun. 3];11(3):20-8. Available from: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/20004