HORTAS URBANAS DE MARINGÃ (PR): ESTUDO SOCIOECONÔMICO DOS PRODUTORES E PERCEPTIVO DOS TRANSEUNTES

Autores

  • Ricardo Massulo Albertin Universidade Estadual de Maringá - UEM Autor
  • Daniel Cirilo Augusto Universidade Estadual de Maringá - UEM Autor
  • Boaventura Almeida Mubai Universidade Estadual de Maringá - UEM Autor
  • Bruno Luiz Domingos De Angelis Universidade Estadual de Maringá - UEM Autor
  • Márcia da Silva Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO Autor
  • Frederico Fonseca Silva Instituto Federal do Paraná - IFPR Autor
  • Fabio Angeoletto Universidade Federal do Mato Grosso - UFMT Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v34i2.23600

Palavras-chave:

Agricultura urbana. Insegurança alimentar. Segurança alimentar.

Resumo

A urbanização resulta numa gama diversificada de impactos sociais negativos, dentre eles a insegurança alimentar. Uma forma de minimizar ou compensar a ocorrência e a intensificação deste impacto seria a implementação da agricultura urbana e periurbana, na qual se enquadra as hortas urbanas. O objetivo do presente trabalho foi diagnosticar os aspectos socioeconômicos dos produtores de hortaliças e identificar a percepção dos transeuntes do entorno das hortas urbanas, denominada de hortas comunitárias de Maringá (PR). Através da percepção existente entre os trabalhadores das hortas e aquelas pessoas do seu entorno, realizou-se um estudo socioeconômico da atuação destas hortas urbanas enquanto política pública de promoção à qualidade de vida. O estudo de caso foi realizado em cinco (05) hortas comunitárias localizadas na zona Norte da cidade de Maringá, Estado do Paraná. Os resultados demonstraram que no caso das hortas, as atividades envolvidas neste contexto, bem como a atuação do poder público, caracterizaram estas hortas como políticas públicas e não como mera política de governo. A evidência para explicar tal conjuntura, foram as respostas obtidas pelos transeuntes a partir da aplicação de questionários. Resultados destes questionários evidenciaram que a política pública de criação e consolidação das hortas urbanas em Maringá se caracterizou como uma maneira de promover a qualidade de vida. Verificou-se que o projeto de hortas comunitárias tem um expressivo valor socioeconômico e paisagístico, mas também, sentimental tanto para os produtores quanto para transeuntes. Os produtores optam pela diversidade de produção, consumo próprio e venda das hortaliças.

Biografia do Autor

  • Ricardo Massulo Albertin, Universidade Estadual de Maringá - UEM

    Geógrafo. Mestre Eng. Urbana. Especialista Planejamento ambiental. Especialista em Gestão ambiental em municípios. Doutorando em Geografia - Análise Ambiental

    Universidade Estadual de Maringá -Programa de Pós-graduação em Geografia - Doutorando

  • Daniel Cirilo Augusto, Universidade Estadual de Maringá - UEM
    Universidade Estadual de Maringá -Programa de Pós-graduação em Geografia - Doutorando
  • Boaventura Almeida Mubai, Universidade Estadual de Maringá - UEM
    Universidade Estadual de Maringá -Programa de Pós-graduação em Geografia - Mestrado
  • Bruno Luiz Domingos De Angelis, Universidade Estadual de Maringá - UEM
    Universidade Estadual de Maringá -Programa de Pós-graduação em Geografia - Prof. Dr.
  • Márcia da Silva, Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO
    Universidade Estadual de Maringá -Programa de Pós-graduação em Geografia - Profª. Dr.
  • Fabio Angeoletto, Universidade Federal do Mato Grosso - UFMT

    Biólogo.

    Doutor em Ecologia Urbana pela Universidad Autônoma de Madrid.

    Pós Doutorado na Universidade Federal do Mato Grosso

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Publicado

2016-12-23

Edição

Seção

Artigos científicos

Como Citar

ALBERTIN, Ricardo Massulo; AUGUSTO, Daniel Cirilo; MUBAI, Boaventura Almeida; DE ANGELIS, Bruno Luiz Domingos; DA SILVA, Márcia; SILVA, Frederico Fonseca; ANGEOLETTO, Fabio. HORTAS URBANAS DE MARINGÁ (PR): ESTUDO SOCIOECONÔMICO DOS PRODUTORES E PERCEPTIVO DOS TRANSEUNTES. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 34, n. 2, p. 98–115, 2016. DOI: 10.4025/bolgeogr.v34i2.23600. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/23600. Acesso em: 13 jun. 2026.