Passado e presente da moradia popular e dos espaços autoconstruídos na cidade de Campina Grande - PB

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v40.a2022.e58432

Palavras-chave:

Moradia, Autoconstrução, Agentes produtores do espaço, Campina Grande-PB

Resumo

O presente artigo trata-se de uma reflexão sobre moradia e espaços autoconstruídos da cidade de Campina Grande. Esta temática pode ser abordada de diversos pontos de partida: moradia enquanto direito, moradia como valor de uso/valor de troca, moradia como lugar, moradia x renda familiar, entre outros. A partir de alguns desses vieses, o texto discute a realidade da cidade levando em conta o processo histórico de produção do espaço urbano, a partir da origem e manutenção de assentamentos populares na cidade, além da necessária abordagem sobre a autoconstrução, ou seja, a construção das moradias por parte das próprias famílias. O artigo pretende analisar as problemáticas relacionadas à moradia em Campina Grande, considerando a histórica produção habitacional via autoconstrução, bem como as nuances atuais desta realidade. Para tanto, com vistas a uma abordagem que considera as dimensões espaciais e temporais, foram realizados levantamentos e análises bibliográficas/documentais sobre a produção de assentamentos precários na cidade, além de trabalhos de campo (com levantamento e análise de variáveis) em alguns bairros de Campina Grande. A reflexão se dá, entre outras, à luz dos agentes produtores do espaço urbano (CAPEL, 1974; CORRÊA, 1993, 2011), tendo em vista a importância dos agentes sociais excluídos, enquanto produtores do espaço urbano através da autoconstrução, bem como do Estado como um dos principais agentes responsáveis pela perpetuação de problemas relativos à habitação no espaço analisado.

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Publicado

2023-02-14

Edição

Seção

Artigos científicos

Como Citar

Passado e presente da moradia popular e dos espaços autoconstruídos na cidade de Campina Grande - PB. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 40, p. 349–368, e58432, 2023. DOI: 10.4025/bolgeogr.v40.a2022.e58432. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/58432. Acesso em: 30 maio. 2026.