Mapeamento por imagens de sensoriamento remoto evidencia o bioma Pampa brasileiro sob ameaça - doi: 10.4025/bolgeogr.v29i2.12366

Autores/as

  • Samuel Santos Insituto Pampa Brasil Autor/a
  • Lucas Gonçalves da Silva Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v29i2.12366

Palabras clave:

Pampa, geoprocessamento, Campos sulinos, Sensoriamento remoto

Resumen

Os campos do Rio Grande do Sul são formados por ecossistemas naturais com alta diversidade de seres vivos que contribuem com serviços ambientais importantes, como a conservação de recursos hídricos, a disponibilidade de polinizadores e o provimento de recursos genéticos, além de constituírem uma grande fonte forrageira para a pecuária do sul do Brasil. Por meio do uso do processo de classificação não supervisionada aplicado em dados de imagens adquiridas pelo satélite LANDSAT-7, obteve-se um padrão de cobertura do solo presente no bioma investigado (porção brasileira do Pampa). A aplicação do método de classificação realizado em nove cenas pixel 30x30m evidenciou que restam pouco mais de 40% de vegetação natural no Pampa gaúcho, sendo, aproximadamente, 32% campestre e 08% florestal. A área total coberta por corpos d’água alcança quase 09%, e ações antrópicas (urbanas e rurais - incluindo pastagens, silvicultura e agricultura intensiva) abrangeram quase 51% da área investigada. Esses resultados sugerem a necessidade de imediatas ações ambientais visando à recuperação e à conservação da biodiversidade dos campos sulinos.


Biografía del autor/a

  • Samuel Santos, Insituto Pampa Brasil
    Biólogo, Pesquisador.
  • Lucas Gonçalves da Silva, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
    Pesquisador Associado - Departamento de Biodiversidade e Ecologia PUCRS

Publicado

2012-04-20

Número

Sección

Artigos científicos

Cómo citar

Mapeamento por imagens de sensoriamento remoto evidencia o bioma Pampa brasileiro sob ameaça - doi: 10.4025/bolgeogr.v29i2.12366. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 29, n. 2, p. 49–57, 2012. DOI: 10.4025/bolgeogr.v29i2.12366. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/12366. Acesso em: 30 may. 2026.