CAMPOS DE ALTITUDE, CAMPOS RUPESTRES E APLICAÇÃO DA LEI DA MATA ATLÂNTICA: ESTUDO PROSPECTIVO PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS

Autores/as

  • Vitor Vieira Vasconcelos Stockholm Environment Institute - Asia Centre Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v32i2.18624

Palabras clave:

Campos de altitude. Campos rupestres. Lei da Mata Atlântica. Biogeografia.

Resumen

Apresenta-se uma discussão sobre a identificação, delimitação, caracterização e proteção legal dos ambientes campestres em altitude, rupestres e não-rupestres. Em especial, afere-se a aplicação do arcabouço normativo da Lei Federal no 11.428, de 2006, (Lei da Mata Atlântica) a esses ambientes. São realizados mapeamentos prospectivos para o Estado de Minas Gerais e para o Quadrilátero Ferrífero, avaliando as tipologias vegetacionais campestres, as estratificações de altitude e a geodiversidade que dá suporte esses ecossistemas. Com base nesses estudos de caso, discute-se a potencial eficácia dos instrumentos de proteção e os fundamentos biogeográficos que interligam biodiversidade ao contexto normativo e social. 

Publicado

2014-12-03

Número

Sección

Artigos científicos

Cómo citar

CAMPOS DE ALTITUDE, CAMPOS RUPESTRES E APLICAÇÃO DA LEI DA MATA ATLÂNTICA: ESTUDO PROSPECTIVO PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 32, n. 2, p. 110–133, 2014. DOI: 10.4025/bolgeogr.v32i2.18624. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/18624. Acesso em: 30 may. 2026.