Relação de parasitoses intestinais com as condições de saneamento básico DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v13i2.18371
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v13i2.18371Palabras clave:
Doenças parasitárias, Saneamento básico, Sistema Único de Saúde.Resumen
As parasitoses afetam indivíduos em diversas faixas etárias, sendo fatores determinantes para a sua instalação as condições do hospedeiro e as características do parasito e do ambiente. O objetivo do estudo foi relacionar a prevalência de parasitoses intestinais em usuários do Sistema Único de Saúde e as condições de saneamento. Foram analisados 1004 exames parasitológicos de fezes realizados no Laboratório Municipal de Análises Clínicas e Ambientais. Os dados relativos ao saneamento básico foram obtidos do Sistema de Informação da Atenção Básica. A análise quantitativa foi realizada com os programas Excel e Statistical Package for the Social Sciences. A prevalência de parasitoses encontrada foi de 12,5%, com 10,3% de poliparasitismo e o maior risco de contaminação aos 7,5 anos de idade. Entamoeba coli (28,4%), Endolimax nana (24,8%) e Giardia lamblia (18,9%) foram os mais frequentes. Os Centros de Saúde da Família, com menor prevalência e menor risco de parasitoses, também possuem as melhores condições de saneamento. A positividade de parasitoses atingiu todas as faixas etárias, sendo que a idade de 7,5 anos é a que sofre o maior risco de contaminação por algum parasita. Na região do estudo, as condições de saneamento básico evidenciam a relação com a presença de parasitoses.
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- Tabela 2 – Risco relativo de contaminação por parasitos intestinais em relação à s localidades com maior prevalência de parasitoses (Portugués)
- Tabela 1 – Parasitas mais frequentes identificados nos exames parasitológicos por faixa etária dos usuários do SUS, Chapecó (SC), 2008-2009. (Portugués)
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