Reforma psiquiátrica e transtornos mentais na estratégia saude da familia: opinião de familiares e profissionais DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v13i2.19402
DOI:
https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v13i2.19402Palabras clave:
Saúde Mental, Atenção Primária à Saúde, Saúde da Família.Resumen
Estudo caracterizado como pesquisa operacional ou Investigação em Sistemas de Saúde (ISS) com caráter descritivo e quantitativo que objetivou analisar opinião de familiares e profissionais sobre a Reforma Psiquiátrica e os principais transtornos mentais na estratégia saúde da família. Investigou-se 280 sujeitos dos quais 126 eram profissionais de saúde e 154 familiares de portadores de transtornos mentais que responderam a Escala de Medida de Opinião (EMO). Os dados digitados e tabulados foram submetidos ao software Epi Info, versão 6.04. O estudo encontrou diferenças de gênero em relação aos principais transtornos mentais identificados pelos familiares no município de Parnamirim/RN, donde 45% (29) são mulheres com diagnóstico de portadoras de transtornos do humor, enquanto a maioria dos homens, 62%(55), apresentam transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas. Em relação à Reforma Psiquiátrica a opinião dos familiares e profissionais reflete ainda as dúvidas e a descrença na Reforma Psiquiátrica Brasileira. Ademais, a realidade traz um contingente crescente de pessoas com o transtorno mental e comportamental o que exige uma prática profissional qualificada em consonância aos preceitos do processo de Reforma Psiquiátrica no país.








