Adesão à terapia imunossupressora em receptores de transplante renal/ Adherence to immunosuppressive therapy adherence in kidney transplant recipients

Autores/as

  • Regina de Fátima Cruz de Morais Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão Autor/a
  • Ana Hélia de Lima Sardinha Universidade Federal do Maranhão Autor/a
  • Flávia Dayane Nunes Costa Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão Autor/a
  • Janaína de Jesus Castro Câmara Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão Autor/a
  • Vera Lúcia Alves Viegas Autor/a
  • Nailde Melo Santos Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v15i1.28029

Palabras clave:

Transplante renal. Autorrelato.

Resumen

O transplante renal apresenta vantagens sobre as outras formas de terapias renais substitutivas (hemodiálise e diálise peritoneal), visto que melhora a qualidade de vida e aumenta a sobrevida dos receptores. Contudo, a adesão à terapia imunossupressora, após o transplante, é uma condição indispensável para a sobrevida do enxerto renal. Avaliar a adesão à terapia imunossupressora em transplantados renais de um hospital de ensino na cidade de São Luís – Maranhão. Estudo transversal, cujos dados foram coletados no período de maio de 2012 a abril de 2013 com aplicação de instrumentos junto a 151 transplantados renais acompanhados no ambulatório de Transplante renal. A adesão aos imunossupressores foi avaliada pelo método autorrelato com a Escala de Aderência à Terapia Imunossupressora (ITAS). Encontrou-se um percentual de não adesão de (60,3%) dos transplantados. As variáveis que tiveram significância estatística com a não adesão foram: ter sido transplantado com doador vivo (p= 0,03), tipo de imunossupressor usado (p=0,04) e creatinina sérica (p=0,04). Houve uma taxa elevada de não adesão à terapia imunossupressora pelo autorrelato em receptores de transplante renal no seguimento ambulatorial. Tal resultado torna-se um importante fator de risco para desfechos clínicos negativos, como rejeição e falência do enxerto renal.

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Biografía del autor/a

  • Regina de Fátima Cruz de Morais, Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão
    Enfermeira. Mestre em Saúde e Ambiente. Enfermeira do Serviço de Transplante renal do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão.
  • Ana Hélia de Lima Sardinha, Universidade Federal do Maranhão
    Enfermeira. Doutora em Ciências Pedagógicas. Professora do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Ambiente – Mestrado. Universidade Federal do Maranhão.
  • Flávia Dayane Nunes Costa, Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão
    Enfermeira. Especialista em Transplante Renal Pediátrico. Enfermeira do Serviço de Transplante renal do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão.
  • Janaína de Jesus Castro Câmara, Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão
    Enfermeira. Mestranda em Enfermagem. Enfermeira da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão.
  • Vera Lúcia Alves Viegas
    Enfermeira. Especialista em Enfermagem em Nefrologia.
  • Nailde Melo Santos, Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão
    Enfermeira. Mestranda em Enfermagem. Enfermeira do Serviço de Transplante renal do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão.

Publicado

2016-07-15

Número

Sección

Articulo originale

Cómo citar

Adesão à terapia imunossupressora em receptores de transplante renal/ Adherence to immunosuppressive therapy adherence in kidney transplant recipients. (2016). Ciência, Cuidado E Saúde, 15(1), 141-147. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v15i1.28029