Impresiones y emociones de Júlio de Matos (1856-1922) sobre Oporto y sus instituciones entre finales del siglo XIX y principios del XX
DOI:
https://doi.org/10.4025/dialogos.v29i2.77479Palabras clave:
Júlio de Matos, Historia de las emociones, Historia de la Psiquiatría (Portugal), Oporto (siglos XIX-XX), Asistencia (Alienados)Resumen
Este artículo analiza la correspondencia personal de Júlio de Matos, psiquiatra portugués que desempeñó un papel importante en la reorganización de la atención a los marginados, lo que le valió la animosidad de la Misericórdia do Porto. La correspondencia intercambiada con diversos destinatarios, incluyendo familiares, permite acceder a las emociones y sentimientos del médico, en lo que constituye un proceso de catarsis ante las dificultades que experimentó tras la disputa en la que se vio envuelto con la Santa Casa do Porto. En sus cartas, la ciudad de Oporto, sus habitantes e instituciones adquieren rasgos caricaturizados, incluso patológicos, y la severidad de las palabras y observaciones muestra el desaliento y la tristeza que afligían a Júlio de Matos.
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