Literatura, sensibilidades modernas e cientificismo em Drácula (1897), de Bram Stoker

Autores/as

  • Evander Ruthieri Saturno da Silva UFPR Autor/a
  • Cristina Ferreira FURB Autor/a

Palabras clave:

História e literatura, Bram Stoker, Drácula

Resumen

A escrita literária, na segunda metade do século XIX, cerca ansiosamente as experiências históricas e os embates culturais, de modo a incrementar a ficção com instâncias de razões e sentimentos, ideias e valores, muitos dos quais voltados à inserção de enunciados científicos no exercício de decifração da realidade social promovido por literatos e romancistas. Este estudo detém-se sobre o romance Drácula (1897), do literato anglo-irlandês Bram Stoker, com o intento de analisar as apropriações, por parte do literato e de seus personagens, das práticas médico-científicas como aspecto constituinte das sensibilidades modernas e das proezas masculinas na ficção oitocentista.

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Biografía del autor/a

  • Evander Ruthieri Saturno da Silva, UFPR
    Programa de Pós-Graduação em História da UFPR, Curitiba/PR, Brasil.
  • Cristina Ferreira, FURB
    Doutoranda em História Social pela Unicamp, Campinas, Brasil e professora da FURB, Blumenau/SC, Brasil.

Publicado

2016-10-08

Número

Sección

Artículo

Cómo citar

Literatura, sensibilidades modernas e cientificismo em Drácula (1897), de Bram Stoker. (2016). Dialogos, 19(2), 703-740. https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/33772