Razões do endividamento público federal (1995-2006)

Autores/as

  • Joaquim Miguel Couto UEM, Maringá Autor/a
  • Ana Cristina Lima Couto UEM Autor/a
  • Marlon Saturnino Custódio UEM Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/aere.v17i2.15128

Palabras clave:

DPMFi, Déficit Público, Ajuste de Liquidez

Resumen

Um dos pontos mal explicados e desconhecidos da macroeconomia brasileira é o crescimento da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi). Entre o final de 1994 e o final de 2006, a DPMFi elevou-se de forma extraordinária: de R$ 61,782 bilhões para R$ 1.094,724 bilhões. As razões mais comentadas do seu crescimento (déficit fiscal, esqueletos, esterilização monetária, entre outros) não são a principal causa. Existe um responsável oculto que tem passado despercebido pelos analistas do setor público. Trata-se do chamado “ajuste de liquidez”, operações realizadas pelo Banco Central para enxugar o excesso de liquidez dos bancos brasileiros. Ao utilizar títulos públicos para enxugar a liquidez do sistema financeiro, o Banco Central tornou-se o principal responsável pelo crescimento da DPMFi no período.

Biografía del autor/a

  • Joaquim Miguel Couto, UEM, Maringá
    possui graduações em Administraçâo de Empresas (1987) e Ciências Econômicas (1991) pela Faculdade de Ciências Econômicas e Comerciais de Santos, mestrado em Economia pela Universidade Federal da Bahia (1995) e doutorado em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (2003). Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Desenvolvimento Econômico e Economia Brasileira. Atua também nos seguintes temas: História do Pensamento Econômico, Economia Monetária, Industrialização e Meio Ambiente.

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Publicado

2011-10-26

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Razões do endividamento público federal (1995-2006). (2011). A Economia Em Revista - AERE, 17(2), 29-42. https://doi.org/10.4025/aere.v17i2.15128