Prostituição infantil e juvenil no Brasil: a escola como agente de mudança de comportamento

Autores

  • Ana Claudia Figueiredo Rebolho Centro Universitário Moura Lacerda Autor

Palavras-chave:

Prostituição, Exploração Sexual infantil e juvenil, Escola

Resumo

A prostituição é uma atividade que gera constantes conflitos e controvérsias. A maneira como é praticada acarreta, em algumas situações específicas, enquadramento legal. Diante de tantas injustiças cometidas contra as prostitutas, elas começam a ganhar destaque na sociedade e passam a lutar por seus direitos como trabalhadoras já no início do século XX. Diferentemente da prostituição em idade adulta, a prostituição infantil e juvenil é um fato que ganhou destaque mundial, somente a partir dos anos 90 com denúncias alarmantes, principalmente na França e posteriormente no Brasil. Essa atividade é considerada ilegal, pois é a exploração do mais forte sobre o mais frágil, do adulto sobre a criança, que por sua vez, se encontra fragilizada no processo de violências a qual é submetida. Acreditamos que o papel da escola é de suma importância para a mudança de mentalidade das crianças e adolescentes que se entregam à prostituição, e deve estar presente em todas as instâncias de ensino. A escola como espaço multicultural pode contribuir com um currículo que inclua atividades extras, além do aprendizado acadêmico, fazendo-se presente para ajudar no desenvolvimento de ações que permitam uma melhor compreensão desse fenômeno social.

Biografia do Autor

  • Ana Claudia Figueiredo Rebolho, Centro Universitário Moura Lacerda
    Possui Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); Graduação em História pelo Centro Universitário Central Paulista (UNICEP); Pós-Graduação em Psicopedagogia pelo Centro Universitário Central Paulista (UNICEP) e Atualmente cursando mestrado no Centro Universitário Moura Lacerda

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Publicado

2010-06-04

Como Citar

Prostituição infantil e juvenil no Brasil: a escola como agente de mudança de comportamento. (2010). Revista Espaço Acadêmico, 10(110), 89-96. https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/9525