O apolíneo, o dionisíaco e a tragédia no ensino de física

Autores/as

  • Fabio Wellington Orlando da Silva CEFET/MG Autor/a
  • Kelsen André Melo dos Santos Escola Estadual João Paulo I Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/imagenseduc.v5i1.23332

Palabras clave:

Apolíneo, dionisíaco, ensino de ciências, ensino de física

Resumen

Investiga-se uma possível extensão ao ensino de física dos conceitos apolíneo e dionisíaco, categorias usadas por Friedrich Nietzsche em O Nascimento da Tragédia ou Helenismo e Pessimismo para descrever o Teatro Grego Clássico. Eles expressam duas características complementares do homem grego, ou da mente humana em geral.   O apolíneo refere-se ao sentido visual, ao aspecto plástico e à forma, à moldura, é limitado, definido, preciso, individual; o dionisíaco refere-se ao sentido auditivo, é afigurado, amorfo, ilimitado, indefinido, impreciso, coletivo. A aplicação desses conceitos, por similaridade, a algumas tendências contemporâneas de ensino de física sugere que as tendências mais férteis buscariam explorar essa complementaridade, enquanto as tendências mais estéreis estariam relacionadas à predominância quase exclusiva de um deles.

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Biografía del autor/a

  • Fabio Wellington Orlando da Silva, CEFET/MG
    Departamento de Física e Matemática
  • Kelsen André Melo dos Santos, Escola Estadual João Paulo I
    Bacharel em Filosofia (PUC), mestre em Educação Tecnológica (CEFET/MG).

Publicado

2015-03-04

Número

Sección

Ensino e Aprendizagem

Cómo citar

O apolíneo, o dionisíaco e a tragédia no ensino de física. (2015). Imagens Da Educação , 5(1), 37-45. https://doi.org/10.4025/imagenseduc.v5i1.23332