LAS MÃSCARAS DE LA POBREZA: EL CRACK COMO MECANISMO DE EXCLUSIÓN SOCIAL

Autores/as

  • Manoel de Lima Acioli Neto Universidade Federal de Pernambuco/ Doutorando. Autor/a
  • Maria de Fátima Souza Santos Universidade Federal de Pernambuco/ Professora Titular do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Psicologia. Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/psicolestud.v20i4.28292

Palabras clave:

Cocaína crocante, biopoder, representaciones sociales, normas sociales.

Resumen

El perfil de los usuarios frecuentes de crack en Brasil son hombres negros, sencillos, de aproximadamente 30 años de edad, con un bajo nivel de educación y desempleados. Cerca del 40% de estas personas viven en las calles, en privación social extrema, aunque esta condición no se da por el consumo. En este ámbito, se analizó cómo se posiciona la legislación sobre drogas en este tema. Para esto, se realizó un análisis de contenido temático de los documentos que componen la legislación, investigando cómo representan las drogas y sus usuarios. Los resultados muestran que, a pesar del marco de la exclusión social de los usuarios, la legislación tiene un mayor enfoque en la represión. En este sentido, el racismo de Estado opera como un mecanismo de exclusión velado a los estratos socioeconómicos pobres y el crack parece colocar la pobreza dentro de una máscara que puede ser rechazada públicamente.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Manoel de Lima Acioli Neto, Universidade Federal de Pernambuco/ Doutorando.
    Psicólogo clínico, especialista em saúde mental, mestre e doutorando em Psicologia pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco.
  • Maria de Fátima Souza Santos, Universidade Federal de Pernambuco/ Professora Titular do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Psicologia.
    Professora Titular do Departamento e do Programa de Pós-graduação de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco. Bolsista de produtividade do CnPQ. Doutora em Psicologia pela Université Toulouse le Mirail.

Referencias

Acioli Neto, M. L. (2014). Os contextos de uso do crack: representações e práticas sociais entre usuários (Dissertação de Mestrado). Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Pernambuco, Recife.

Acioli Neto, M. L., & Amarante, P. D. C. (2013). O acompanhamento terapêutico como estratégia de cuidado na atenção psicossocial. Psicologia: Ciência e Profissão, 33(4), 964-975. doi:10.1590/S1414-98932013000400014

Acioli Neto, M. L., & Santos, M. F. (2014). Alterity and identity refusal: the construction of the image of the crack user. Paidéia (Ribeirão Preto), 24(59), 389-396. doi: 10.1590/1982-43272459201413.

Acioli Neto, M. L., & Santos, M. F. (2015). Os usos sociais do crack: construindo uma clínica situada culturalmente. Recife, PE: Editora Universitária edUFPE.

Bastos, F. I., & Bertoni, N. (Orgs.). (2014). Pesquisa nacional sobre o uso de crack: Quem são os usuários de crack e/ou similares do Brasil? Quantos são nas capitais brasileiras? Rio de Janeiro, RJ: ICIT/ FIOCRUZ.

Berger, P. L., & Luckmann, T. L. (1996). A construção social da realidade: Tratado de sociologia do conhecimento (F. S. Fernandes, Trad.). Petrópolis, RJ: Vozes.

Boiteux, L. (2006a). A Nova Lei Antidrogas e o aumento da pena do delito de tráfico de entorpecentes. IBCCrim – Boletim do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, 14(167), 8-9.

Boiteux, L. (2006b). Controle penal sobre as drogas ilícitas: o impacto do proibicionismo no sistema penal e na sociedade (Tese de Doutorado). Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Boiteux, L. (2013). Liberdades individuais, direitos humanos e a internação forçada em massa de usuários de drogas. Revista Brasileira de Estudos Constitucionais, 7(25), 53-80.

Boiteux, L. (2014). Drogas e cárcere: repressão às drogas, aumento da população penitenciária brasileira e alternativas. In S. S. Shecaira (Org.), Drogas: uma nova perspectiva (pp. 83-104). São Paulo, SP: IBCCRIM.

Bruner, J. (1997). Atos de significação. Porto Alegre, RS: Artes Médicas.

Bucher, R. (1996). Drogas e sociedade nos tempos de Aids. Brasília: UnB.

Capistrano, F. C., Ferreira, A. C. Z., Silva, T. L., Kalinke, L. P., & Maftum, M. A. (2013). Perfil sociodemográfico e clínico de dependentes químicos em tratamento: Análise de prontuários. Escola Anna Nery, 17(2), 234-241. doi:10.1590/S1414-81452013000200005

Couto, A. B., Lemos, F. C., & Couto, M. B. (2013). Biopoder e práticas reguladoras do uso de drogas no Brasil: algumas análises de projetos de lei. Revista Polis e Psique. 3(2) 132-150.

Foucault, M. (1995). Verdade e Poder. In R. Machado (Org.), Microfísica do poder (pp. 1-14). Rio de Janeiro, RJ: Edições Graal.

Foucault, M. (2001). Vigiar e punir. Petrópolis, RJ: Editora Vozes.

Foucault, M. (2005). Em defesa da sociedade: curso no Collège de France. São Paulo, SP: Martins Fontes.

Geertz, C. (1973). A interpretação das culturas. Rio de Janeiro, RJ: Zahar editores.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). (2013). Duas décadas de desigualdade e pobreza no Brasil medidas pela Pnad/IBGE. Brasília: Ipea.

Jodelet, D. (2001). Representações Sociais: um domínio em expansão. In D. Jodelet (Org). Representações Sociais (pp. 17-44). Rio de Janeiro, RJ: EdUERJ.

Marcondes, D. (2006). A Teoria dos Atos de Fala como concepção pragmática de linguagem. Filosofia Unisinos, 7(3), 217-230.

Marková, I. (2013). Ethics in the Theory of Social Representations. Papers on Social Representations, (22), 41- 48.

Ministério da Justiça; (2012). Levantamento do Sistema Penitenciário Brasileiro. Brasília: Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça.

Moscovici, S. (2003). Representações Sociais: Investigações em Psicologia Social (pp. 29-110). Petrópolis, RJ: Vozes.

Nappo, S. A., Galduróz, J. C. F., & Noto, A. R. (1994). Uso do “crack” em São Paulo: Fenômeno emergente? Revista ABP-APAL, 16(2), 75-83.

Pogrebinschi, T. (2004). Foucault, para além do poder disciplinar e do biopoder. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, (63), 179-201. doi: 10.1590/S0102-64452004000300008.

Velho, G. (1987). Individualismo e cultura. In G. Velho (Org.), Duas categorias de acusação na cultura brasileira contemporânea (pp.55-64). Rio de Janeiro, RJ: Zahar.

Zaccone, O. D. F. (2008). Acionistas do nada: quem são os traficantes de droga. Rio de Janeiro, RJ: Revan.

Zinberg, N. (1984). Drug, set and setting. New Haven: Yale University Press.

Publicado

2016-05-25

Número

Sección

Artigos originais

Cómo citar

LAS MÁSCARAS DE LA POBREZA: EL CRACK COMO MECANISMO DE EXCLUSIÓN SOCIAL. (2016). Psicologia Em Estudo, 20(4), 611-623. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v20i4.28292