ASPECTOS EMOCIONAIS NA AVERSÃO ALIMENTAR EM PACIENTES PEDIÃTRICOS: INTERFACE ENTRE A FONOAUDIOLOGIA E A PSICOLOGIA

Autores/as

  • Vanessa Souza Gigoski de Miranda Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Autor/a
  • Katherine Flach Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/psicolestud.v24i0.45247

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Vanessa Souza Gigoski de Miranda, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
    Fonoaudióloga, Especialista em Terapia Intensiva UFCSPA, Mestra em Pneumologia UFRGS, Doutoranda em Pediatria UFCSPA.
  • Katherine Flach, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre
    Psicóloga, Especialista em Terapia Intensiva UFCSPA, Especialista em Terapia Individual, de Casal e de Família pelo INFAPA, Mestra em Psicologia Clínica pela PUCRS, Doutoranda em Ciências da Saúde pela UFCSPA.

Referencias

BIRCH L. L. (1992). Children’s preferences for high fat foods. Nutr Ver,50, 249-55.

BIRCH, L. L, MCPHEE, L., SHOBA, B. C., STEINBERG, L., KREHBIEL, R. (1987). “Clean up your plate”: effects of child feeding practices on the conditioning of meal size. Lear Motiv,18, 301-17.

CAPALDI, E. (1997). Introduction. In: Capaldi E. D. Why we eat what we eat. The psychology of eating. 2ª ed. Washington: APA (pp. 3-9).

CRIST, W. & NAPIER-PHILLIPS, A. (2001). Mealtime behaviors of young children: A comparison of normative and clinical data. Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics,22 (5), 279-286.

DONELLI, T. M. S. (2011). Considerações sobre a clínica psicológica com bebês que experimentaram internação neonatal. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 4(2), 228-241.

FELICIANO, D. S. & SOUZA, A. S. L. (2011). Para além do seio: Uma proposta de intervenção psicanalítica pais-bebê a partir de dificuldades na amamentação. Jornal de Psicanálise, 44(81), 145-161.

FLECK, A. & PICCININI, C. A. (2013). O bebê imaginário e o bebê real no contexto da prematuridade: do nascimento ao 3º mês após a alta. Aletheia,40, 14-30.

FONSECA, V. (2016). Importância das emoções na aprendizagem: uma abordagem neuropsicopedagógica. Rev. Psicopedagogia, 33(102), 365-84.

GILLESPIE, A. H., ACTERBERG, C. L. (1989). Comparison of family interaction patterns related to food and nutrition. J Am Diet Assoc.,89, 509-12.

HEWETSON, R., & SINGH, S. (2009). The lived experience of mothers of children with chronic feeding and/or swallowing difficulties. Dysphagia,24, 322–332.

JUNQUEIRA, P. (2017). Por Que meu filho não quer comer? Uma visão além da boca e do estômago. Bauru: Idea.

JUNQUEIRA, P. (2017). Relações cognitivas com o alimento na infância. São Paulo: ILSI Brasil – International Life Sciences Institute do Brasil.

KERZNER, B., MILANO, K., MACLEAN JR, W. C., BERALL, G., STUART, S., & CHATOOR, I. (2015). A practical approach to classifying and managing feeding difficulties. Pediatrics,135,(2), 344-53.

KLEIN, M. (1996). Uma contribuição para a psicogênese dos estados maníaco-depressivos. In: M. Klein. Amor, culpa e reparação e outros trabalhos (1921-1945). (pp. 301-329). Rio de Janeiro: Imago.

LEBOVICI, S. (1987). O bebê, a mãe e o psicanalista. Porto Alegre: Artes Médicas.

LEFTON-GREIF, M. A., & ARVEDSON, J. C. (2007). Pediatric feeding and swallowing disorders: state of health, population trends, and application of the international classification of functioning, disability, and health. Seminars in speech and language, 28(3), 161-165.

MELO, D. S & FRIZZO, G. B. (2017). Depressão, ansiedade e suporte familiar para mães na primeira hospitalização dos filhos. Psicologia, Saúde e Doenças,18 (3), 814-827.

MORRIS, S., & KLEIN, M. D. (2000). Pre-feeding skills: a comprehensive resource for mealtime development (2nd ed.). USA: Vital & Marts.

MÜLLER, P. W., MARIN, A. H. & DONELLI, T. M. S. (2015). Olha o aviãozinho! A relação mãe e bebê com dificuldades alimentares. Aletheia,46, 187-201.

PINTO, E. B. (2004). Os sintomas psicofuncionais e as consultas terapêuticas pais/bebê. Estudos de Psicologia, 9(3), 451-457.

RAMOS, M., & STEIN, L. M. (2000). Desenvolvimento do comportamento alimentar infantil. Jornal de pediatria, 76(Supl 3), S229-S237.

RAPOPORT, A. & PICCININI, C. A. (2011). Maternidade e situações estressantes no primeiro ano de vida do bebê. Psico-USF,16 (2), 215-225.

SILVEIRA, R. S. D., LUNARDI, V. L., LUNARDI-FILHO, W. D., & OLIVEIRA, A. M. N. D. (2005). Uma tentativa de humanizar a relação da equipe de enfermagem com a família de pacientes internados na UTI. Contexto de Enfermagem, 14, 125-30.

SOULÉ, M. (1987). O filho da cabeça, o filho imaginário. Em: T. B. Brazelton; B. Cramer; L. Kreisler; R. Schappi & M. Soulé (Orgs.) A dinâmica do bebê. (pp.132-169). Porto Alegre: Artes Médicas.

STERN, D. N. (1995). The Motherhood Constellation: a unified view of parent-infant Psychotherapy. New York: BasicBoocks.

TOOMEY, K. A.; ROSS, E. S. (2011). SOS Approach to feeding. Perspectives on Swallowing and Swallowing Disorders (Dysphagia). 20 (3): 58-93.

WILLIAMS S., WITHERSPOON, K., KAVSAK, P., PATTERSON, C. & MCBLAIN, J. (2006). Pediatric feeding and swallowing problems: An interdisciplinary team approach. Journal of Dietetic Practice and Research, 67(4), 185–190.

WINNICOTT, D. W. (2002). Os bebês e suas mães. São Paulo: Martins Fontes.

Publicado

2019-11-05

Número

Sección

Debate

Cómo citar

ASPECTOS EMOCIONAIS NA AVERSÃO ALIMENTAR EM PACIENTES PEDIÁTRICOS: INTERFACE ENTRE A FONOAUDIOLOGIA E A PSICOLOGIA. (2019). Psicologia Em Estudo, 24. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v24i0.45247