Estimativa do índice de massa corporal a partir de medidas autorreferidas: qual a validade?

Autores

  • Luana Riris Maciel de Lima Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Autor
  • Rodrigo Pegado de Abreu Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte Autor
  • Layla Rafaela Dantas Silva Universidade Federal do Rio Grande do Norte Autor
  • Anna Cecília Queiroz de Medeiros Universidade Federal do Rio Grande do Norte Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v29i1.2907

Palavras-chave:

Antropometria, estudos de validação, estado nutricional

Resumo

O objetivo do estudo foi avaliar o impacto da utilização de medidas autorreferidas para calcular o índice de massa corporal (IMC) e estado nutricional. Foi realizado um estudo quantitativo transversal com amostra constituída de 1000 estudantes avaliados quanto ao peso e estatura aferida e informada. Foi identificada uma subestimação do peso e superestimação da altura o que resultou em uma mediana das medidas informadas menor que a das medidas aferidas. A confiabilidade do IMC informado, foi considerada muito alta e moderada. Foi observado um incremento do percentual de voluntários eutróficos e diminuição de obesos. A concordância da classificação do estado nutricional foi considerada boa com alta especificidade quanto à categorização do estado nutricional. Apesar da boa concordância, os resultados sugerem cautela em seu uso de forma isolada ou como uma variável contínua, parecendo ser mais adequada a utilização da informação categorizada, enquanto classificação de estado nutricional. 

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Biografia do Autor

  • Rodrigo Pegado de Abreu Freitas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Fisioterapeuta, Professor Doutor do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

Publicado

2017-11-20

Edição

Seção

Atividade física e Saúde

Como Citar

1.
Estimativa do índice de massa corporal a partir de medidas autorreferidas: qual a validade?. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 20º de novembro de 2017 [citado 4º de junho de 2026];29(1):e-2907. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/31217