CAPACIDADE DE DESENVOLVER TRABALHO FÃSICO PROGRESSIVO EM CONDIÇÕES DE HIPOTERMIA BRANDA

Autores

  • Bárbara Regina Alvarez UFSC Autor
  • Ademir Tadeu Cardoso UFSC Autor
  • Antonia Dalla Pria Bankoff UFSC Autor

Palavras-chave:

trabalho físico, temperatura, condições ambientais

Resumo

O propósito deste estudo determinar, em 12 voluntários do Grupo de Busca e Salvamento da Polícia Militar de Santa Catarina, a capacidade de desenvolver trabalho físico na bicicleta ergométrica (cargas escalonadas de 50, 100 e 150 watt) em condições ambientais neutras (28 graus) e subnormal (20 graus), com varredura ampliada da temperatura cutânea (7 sensores periféricos), da temperatura central (sensor piloto) e da temperatura ambiental (sensor referência), a estimativa do VO2 máximo foi efetuada com auxílio do nomograma desenvolvido por Astrand (1960), empregando um cicloergômetro de frenagem magnética da FUNBEC. Já o % de mobilização do VO2 max foi predito pela equação proposta por Katch (1978), empregando o % da mobilidade da FC. Os dados foram tratados através da ferramenta eletrônica MICROSTAT, empregando o artifício estático "t" de student monocaudal. Foi observada uma variação significativa (P < 0.05) na temperatura de repouso entre as duas condições (%= -0.52). Considerando a estimativa do valor padrão (3 watt/Kg), a PWC170 apresentou uma diferença significativa entre médias (%=-14.29). A sobreposição dos pontos térmicos evidenciou um marcado estado de equilíbrio na FC nos minutos finais de cada desempenho biológico, corroborando a hipótese de ajustamento imediato dos sistemas cardiorrespiratório e metabólico para atender a demanda tecidual de oxigênio e nutrientes. Para estudos complementares, sugerimos a utilização da banda inferior da zona hipotérmica (flutuação de 20 a 5 graus Celsius) para que o impacto da condição subnormal produza alterações mais importantes na temperatura central.

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Biografia do Autor

  • Bárbara Regina Alvarez, UFSC
    Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (1986), Especialização em Medidas e Avaliação em Educação Física, Mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (1996) e doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002). Atualmente é socia majoritário - PROESA. , atuando principalmente nos seguintes temas: ginática laboral, esporte - inclusão social, saúde e trabalho, aptidão física - saúde e obesidade Currículo Lattes

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Publicado

2008-07-01

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
CAPACIDADE DE DESENVOLVER TRABALHO FÍSICO PROGRESSIVO EM CONDIÇÕES DE HIPOTERMIA BRANDA. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 1º de julho de 2008 [citado 5º de junho de 2026];4(1):50-3. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/4021