CONCEPÇÕES DOCENTES ACERCA DO ENSINO DE PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES NO ENSINO SUPERIOR

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4025/tpe.v21i3.45599

Palabras clave:

Ensino. Programação de Computadores. Ensino Superior.

Resumen

Este artigo é um recorte de uma pesquisa de mestrado que abordou a inserção do computador na educação superior e sistematiza algumas das concepções docentes acerca do ensino de programação de computadores. De natureza qualitativa, assumiu como dispositivo gerador de dados a entrevista semiestruturada. Os dados coletados junto a professores de um curso de Sistemas de Informação de uma universidade brasileira foram transcritos e submetidos à análise de conteúdo. Os resultados indicaram a importância da reflexão docente sobre as estratégias de ensino e a indispensável experiência profissional na área para qual se ensina. Identificou-se que a ausência de formação pedagógica é um fator de insegurança para os docentes, os quais vêm de cursos que enfocam a parte técnica da computação. Constatou-se que a atuação didática dos professores precisa transcender a pedagogia transmissiva, envolvendo estratégias que estimulem a autonomia e a autoria discente em ambientes de programação de computadores.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Marcio Roberto de Lima, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)
    Doutor em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professor efetivo da Universidade Federal de São João del-Rei em seu Departamento de Ciências da Educação (Deced). Tem como áreas de interesse e atuação: Educação e cibercultura; Relações entre as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) e a formação de professores; Incorporação das TDIC às práticas pedagógicas; Políticas públicas educacionais de inclusão digital; Virtualização do movimento.

Publicado

2018-12-05

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

CONCEPÇÕES DOCENTES ACERCA DO ENSINO DE PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES NO ENSINO SUPERIOR. (2018). Teoria E Prática Da Educação, 21(3), 111-122. https://doi.org/10.4025/tpe.v21i3.45599